Percebe-se que no mundo todas as relações humanas, principalmente entre casais, sinalizam crise onde um ao não concordar com a partida do outro fica na dúvida se deixa ir ou se dificulta a coisa. Não tem sido difícil ouvir nos noticiários que uma das espécies (♂ e/ou ♀) exterminou o(a) parceiro(a) porque a relação, a jurada relação diante Deus (cada um na sua crença) chegou ao fim. E isso pode ou não deixar consequências, principalmente se tiver havido a geração de descendentes entre o casal. Para se tomar e/ou providenciar uma decisão a esse nível, as pessoas parecem não mais se importarem com o dia do amanhã. Aparentemente está valendo o agora, o imediato, e isso ou esse tipo de comportamento ou tomada de decisão, de acordo com os antepassados era muito, mas muito pensado antes da ação.

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No passado casais não se separavam? Sim! E com muita frequência, mas por mais comprovado e justificado que pudesse ser o motivo, a coisa parece que não era tão aberta e aberrante conforme sinaliza nos dias de hoje. Separa-se por causa de chulé; separa-se por causa de mal hálito; separa-se porque simplesmente se quer separar sem mesmo haver motivos para isso.

Tempos da banalidade aos sentimentos? Ao que tudo indica sim. E no caso de as pessoas serem apenas namorados a separação e/ou término da relação traz tanto sofrimento se comparado aos que firmaram o "sim perante o Senhor"? As opiniões certamente são divididas. Para uns, sim, pode ate resultar em mortes; para outras pessoas "não"!, mas qual seria a melhor forma de dizer e/ou receber adeus sem a possibilidade de violência? O ideal seria dizer um simples tchau para quem busca o tchau e pronto e acabou.

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Pessoas são semelhantes ao vento: vem e vai; podem vir e ir. O mais importante é não fazer do ato de separação e/ou término da relação um motivo para praticar a violência. Violência não!

As pessoas deviam reaprender a gostar mais de si e seus sentimentos no sentido de saber o que é bom ou não para si próprio a fim evitar aborrecimentos na relação. Os aborrecimentos consequentes, de acordo com ensinamentos Sagrados, podem durar até a quarta geração e a quarta geração não fica tão distante assim como parece das raízes: filhos: 1ª. geração; netos: 2ª.; bisnetos: 3ª. e por ai afora vai. E ao que tudo indica e de acordo com o que se vê...

Quem entra na vida da outra pessoa é estranha, e pode ter gostos, e interesses, e visão, e crenças, e valores, etc., diferentes, mas se voltados ao interesse pessoal...

Talvez se a espécie humana se reencontrasse em si e a dois antes de ir para um altar, talvez o que se jura tivesse mais valor.