Os tempos parecem ter mudado realmente, nesse caso, em se tratando da ordem que deveria ser natural na existência de pais e filhos. Por lógica muitas espécies devem pensar que os filhos, por ordem da natureza teriam que cuidar dos pais na terceira idade ao ponto de levá-los à sepultura para que ao pó o corpo retornasse. O ciclo imaginado à vida humana deveria ser assim: alguém encontra alguém, se casam, geram filhos, lhes proporciona educação e auxílio ao crescimento natural e intelectual, liberdade, doença, e em seguida morte. Deveria ser, mas não é o que se tem visto na calada das noites e dos dias em muitos lugares.

Não tem sido difícil perceber nos tempos de agora que a maioria dos que têm ido dessa para outra vida têm sido pessoas consideradas novas, biologicamente falando.

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Acidentes, drogas, assaltos, brigas, crimes hediondos, barbaridades relacionadas às relações entre pessoas, suicídios, guerras, idiotices. Enfim, por motivos que se analisados certamente seria questionado o valor que estão atribuindo à vida. Porque tantas pessoas têm preferido se calar diante os problemas da vida?

Pais, na maioria das ocorrências, têm assistido filhos serem depositados e isso talvez seja o maior dos desgostos que qualquer pessoa em sã consciência possa assistir. Porquê? Se alguém sair aos quatro cantos do mundo em busca dessa resposta, por certo retornará ao ponto de partida, pois não encontrará respostas para tanta violência física, emocional e quiçá moral entre as pessoas e que acaba por encerrar a vida dos que poderiam dar continuidade aos projetos paternos.

A vida não está banalizada conforme muitas espécies procuram induzir na mente das pessoas.

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O que falta, talvez, seja mais temor a Deus e a tudo o que Ele proporcionou para o bem estar das pessoas, principalmente, porque o mal e quem pratica o mal um dia saberá porque vive na miséria espiritual, preso no mundo da escuridão.

Rádios, televisão, eletroeletrônicos, enfim, recursos diversos pronunciam que fulano, que beltrano, que sicrano, e outros vão embora por fatalidade. Mas será de fato fatalidade ou providência à fatalidade? Para essa pergunta e outras é certo que não se ouvirá respostas ao longo da futura história, mas para quem é mãe sente que a hora dita como fatal não foi fatal por acaso. Mãe sabe. Mãe conhece. Mãe sente o que é a dor quando alguém chega e sabe a intensidade da dor de quem foi sem ao menos ter a chance de ter dito um tchau! Mas um dia ouvirá, isso é quase certo. É só acreditar.