As línguas de sinais são línguas naturais das pessoas surdas, e possuem estrutura gramatical própria, identificada nos níveis linguísticos, fonológico e morfológico. Para as línguas orais auditivas é denominado palavras como sinais, nas línguas de sinais. As línguas de sinais diferenciam-se das línguas orais por sua modalidade gestual-visual, empregando como canal ou meio de comunicação um determinado movimento gestual.

As pesquisas sobre as línguas de sinais vêm mostrando que estas língua são comparáveis, em complexidade e expressividade, a quaisquer língua orais, elas expressam ideias complexas e abstratas. Os usuários surdos das línguas de sinais comunicam-se com facilidade com usuários surdos de outros países, fato que não se aplica os usuários das línguas orais.

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Uma semelhança entre as línguas é a de que os usuários de qualquer uma delas podem expressar seus pensamentos diferentemente. Desse modo, uma pessoa que fala uma determinada língua utiliza essa língua de acordo com contexto, ou seja o modo com que falamos com um amigo não é igual ao que usamos para falar com uma pessoa estranha. O alfabeto manual é usado para soletrar nomes próprios e marcas de produtos, também pode ser utilizado em lugar de algum sinal que não se conhece. 

Muitas empresas estão aderindo a inclusão social e contratando surdos para trabalhar nas empresas, e este projeto está dando certo. Milhares de pessoas deficiente-auditivas  estão trabalhando nas empresas e isso é muito bom.Os surdos vivem em dois mundos, por isso precisam ser bilíngues, dominando sua língua nativa e a língua oficial do seu país.

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Na família de pais ouvintes, a criança surda adquire a língua oral-aditiva de seu país, e na comunidade surda ela adquire sua língua natural.

Muitas vezes, o surdo ainda é vítima de preconceito, muitos médicos e profissionais da saúde ainda não aceitam a língua de sinais, a identificação e a cultura surda. Eles defendem a ideia de que uma vez que a criança adquire a língua de sinais, nunca conseguirá aprender  a língua oral aditiva de seu país. A presença de profissionais fluentes nas escolas pode facilitar esse processo, favorecendo à criança surda no acesso às duas línguas e na aprendizagem das mesmas com suas estruturas gramaticais.   #Educação