As comunidades da cidade do Rio de Janeiro vem sendo alvo alarmante da violência e criminalidade; os moradores das comunidades carentes do Rio de janeiro protestam e dizem que a área convive com o problema do tráfico de drogas há anos. Apesar da ação pacificadora da polícia, os moradores reclamam da falta de segurança e que são afetadas pelos próprios policiais da Unidade de Polícia Pacificadora.

Muitos moradores dizem que são abordados de maneira grosseira, e tratados como se fossem bandidos. A cada dia a violência cresce, e o clima fica tenso, parece que há novos bandidos nos morros. A rivalidade entre a polícia e os bandidos deixam marcas, com mortes de inocente, e muita tristeza para mães, avós, e líderes comunitários que perderam seus filhos, netos e amigos.

Um fato marcante que aconteceu no Rio de Janeiro no ano de 2010, foi a morte de Bruna da Silva Ribeiro, a estudante foi vítima de bala perdida, houve muitos protesto nas comunidades. E neste ano, na Zona norte do Rio de Janeiro, morreu um menino de 4 anos. A criança foi atingida por um tiro de bala perdida na cabeça, enquanto dormia, O menino foi levado a unidade de pronto socorro, mas não resistiu. Moradores do Subúrbio protestaram após a morte da criança. Fatos assim acontecem devido a má administração da polícia.

Casos como o de Bruna e do menino morto, não podem ficar impunes. A autoridade tem que administrar as operações em morros e favelas, sem que morra inocentes, a sociedade quer uma resposta das autoridades. Até quando vão morrer pessoas inocente nessas contradições e rivalidades?

A população reclama perante a mídia que os policiais, fazem cavalo de troia dentro das comunidades, sem o consentimento do morador e ainda os agridem. E os direitos humanos onde ficam, na constituição diz que todo ser humano tem direito à vida, a alimentação, a moradia, educação e segurança, mas não é bem assim que acontece. Vivemos presos em nossa próprias casas com muros e grades e temos receio de sair a noite. Até quando vamos esperar por uma resposta.