Cada vez mais se vê a Internet ganhando o espaço que antes era da TV aberta, um território que dizem ser de ninguém ou sem lei e que está sendo usado para campanhas eleitorais em toda a parte. O que não se tem coragem de falar cara a cara ou em horário eleitoral gratuito, está sendo disseminado nesse veículo. A difamação está explícita, os likes aumentam a cada dia, políticos travam guerras de acusações, uns dizem serem perseguidos, outros negam pagamentos para o crescimento na rede de ofensas geradas na Internet.

Supostos escândalos envolvendo políticos e seus partidos estão sendo usados nas redes sociais de forma indiscriminada e até em forma de deboches para desmoralizar os candidatos.

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O quanto tudo isso é verídico e o quanto vai influenciar na decisão dos eleitores não se sabe, o que está bem claro é que na guerra pelo voto vale tudo!

Com os milhões de usuários das redes sociais vê-se uma grande alternativa para se fazer campanhas, aos olhos dos que acham pouco o tempo no horário político gratuito. Assim a rede de difamação cresce e entra no lar do brasileiro e cresce também a possibilidade de se fazer novos aliados políticos.

Os candidatos que têm milhares de seguidores fazem suas campanhas e defesas, mas negam qualquer tipo de envolvimento com os conteúdos difamatórios, onde assim, a culpa é repassada aos usuários das suas redes sociais.

Visando os milhares de jovens que trocaram a televisão pela Internet, os partidos políticos e seus aliados tentam angariar novos adeptos para seus propósitos.

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Esse ano eleitoral veremos o quanto a Internet influencia seus seguidores, teremos uma estimativa de como será o futuro nas próximas campanhas e qual o veículo de comunicação que será o mais utilizado .

Entre guerras de difamações e trocas de acusações só nos resta agora esperar para ver o resultado dessa inflamada questão. Quem nos sabe dizer quem serão os culpados, internautas ou partidos políticos?

Veremos se a Internet é um campo minado, terra onde não se deve pisar ou vice-versa.