No Brasil e em todo o mundo, ainda há muitas espécies de #Animais a serem descobertos. Para isso, pesquisadores de todas as partes do mundo fazem estudos diariamente em busca de um animal ainda não conhecido. Separamos uma lista de novas espécies descobertas nos últimos anos no Brasil. Confira!

As espécies descobertas

Dentre as espécies recentemente descobertas no Brasil, pode-se destacar:

  • Anta Pretinha (Tapirus kabomani): Encontrada na região norte do Brasil, entre a cidade de Porto Velho e o estado do Amazonas, recebeu o nome popular de anta pretinha e está considerada em risco de extinção. A oficialização da existência dessa espécie foi feita através da publicação no Journal of Mammalogy, que é um periódico científico voltado para as pesquisas de mamíferos. Esse novo animal é menor e mais leve do que a anta comum.
  • Boto-do-Araguaia (Inia araguaiaensis): Divulgada no periódico "Plos One" em janeiro de 2014, a descoberta dessa espécie foi feita por pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas. Desde o ano de 1918 uma nova espécie de boto ("golfinho de água doce") não era descoberta. Esses animais, identificados na Amazônia, são muito semelhantes ao boto-rosa.
  • Ratinho-goytacá (Cerradomys goytaca): Encontrado no Parque Nacional Restinga de Jurubatiba, no Rio de Janeiro e identificado por pesquisadores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no ano de 2011, esse pequeno ratinho habita apenas a região litorânea do norte fluminense.
  • Coandu-mirim (Coendou speratus): Essa nova espécie de porco-espinho foi descoberta em uma área preservada de Mata Atlântica no estado de Pernambuco. A publicação oficializando essa descoberta foi feita em abril de 2013 no periódico científico "Zootaxa". O animal tem hábitos noturnos e se alimenta principalmente de sementes.
  • Tipo de gato do mato (Leopardus guttulus): Com o tamanho de um gato doméstico, esse felino foi descoberto por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e parceiro. A descoberta foi publicada no periódico "Current Biology", em 2013. Ele é encontrado no Sul e Sudeste do país. O L. guttulus e o L. tigrinus são muito semelhantes. "Por observação, notamos que o L. tigrinus tem pelagem um pouco mais clara e manchas menores. A cauda parece ser mais peluda no Sul e mais comprida no Nordeste. Mas essa análise não é estatística", disse o pesquisador Eizirik.
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