Todd Kincannon, advogado americano e antigo diretor do Partido Republicano da Carolina do Sul, é conhecido por suas declarações bombásticas. Teve sua conta do Twitter cancelada devido às suas opiniões polêmicas e racistas, dentre essas a de que "os homossexuais deveriam ser colocados em campos de concentração" e que "os veteranos de guerra que aderiram ao pacifismo deveriam voltar ao Iraque e regressar em um caixão."

Pessoas que trabalharam com ele no Partido sequer querem se lembrar do período no qual conviveram com ele - e olhe que esse período foi bem curto, de apenas três meses. Depois desse tempo, ele foi convidado a retirar-se do Partido.

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Karen Floyd, uma antiga presidente do Partido Republicano da Carolina do Sul, que trabalhou com Kincannon, alega não ter interesse algum em comentar suas declarações.

A cúpula do Partido Republicano ao qual Kincannon pertencia ainda tentou fazer com que ele se calasse, porém é difícil controlar alguém assim. Após ter sido retirado do Twitter, ainda não satisfeito, Kincannon abriu uma nova conta, na qual declarou que "as pessoas com #Ebola nos Estados Unidos deviam ser executadas". Disse ainda que "o protocolo para um teste positivo de Ebola devia ser execução imediata dos humanos e sanitização de toda a região."

Segundo Kincannon, a culpa da situação do Ebola é dos africanos, pois "eles devem deixar o canibalismo e aprender cálculo." Nem mesmo o Presidente Obama escapa de suas farpas: "Elegemos um queniano como Presidente.

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Agora temos Ebola e desemprego".

Pena que Todd não tenha se informado antes de soltar seus impropérios, pois segundo Obama "as chances de uma epidemia de Ebola nos Estados Unidos são extraordinariamente baixas." A taxa de desemprego nos EUA também baixou para 5,9%, a menor taxa em seis anos. Agora resta saber o que o Twitter fará com relação a Kincannon.

Fico me perguntando: Se por acaso houvesse alguém na família dele com Ebola ou fosse um ex-veterano de guerra ou homossexual, será que ele mandaria exterminar?

E você, o que acha de tudo isso?