Mesmo depois da vitória da Presidenta Dilma sobre seu concorrente Aécio Neves (PSDB) persiste, não na totalidade dos que votaram nele mas em uma minoria, a vontade de marchar em manifestação de impeachment. Em várias localidades, principalmente no sudeste do Brasil, estão se mobilizando para isso. Além da divisão criada nessas eleições, percebe-se que é mais importante a saída da Presidenta que o reconhecimento para buscar melhorias e fiscalização ao programa proferido por Dilma Roussef para o próximo mandato.

Segundo o site Avaaz, existe uma petição com meio milhão de assinaturas para o impeachment, cuja principal explicação são os desvios de dinheiro público, sucateamento da saúde, das estradas, da educação, segurança pública e outros.

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Vale lembrar que o site está sendo acusado de fraudar esse número junto a população.

O abaixo - assinado foi criado por Roberto Teixeira M. em 2013, no auge das manifestações em várias cidades brasileiras. A petição continua mas muitos que têm acessado e assinam reclamam que não são computadas.

Os manifestantes dizem que não irão parar enquanto não conseguirem a saída da Presidenta Dilma; consideram que a eleição foi fraudada e computados votos fantasmas à candidata, porém nada foi comprovado de fato que tenha havido essa fraude.

A Câmara dos Deputados tem 14 pedidos de impeachment protocolados, os últimos provocados pela declaração do doleiro Alberto Youssef no caso da Petrobrás. Seria totalmente sem consenso depois de visto o resultado da democracia que houvesse este tipo de pedido é o mesmo que querer anular o que 51,45% dos brasileiros escolheram nas urnas no último dia 28/10/2014.

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O melhor de todo esse período de eleições foi a conscientização da população em escolher seus governantes, acredito que daqui para frente  estaremos mais atentos e assertivos. Agora para quem votou ou não em Dilma Roussef, ela é a Presidenta do Brasil por mais 4 anos.

A palavra Impeachment no twitter após as eleições entrou para o Trending Topics Brasil na lista dos mais citados na rede social. #Governo