O autor Nicholas Sparks está sendo processado por Saul Hillel Benjamin, ex-diretor da Sparks School de New Bern, Carolina do Norte (EUA). Saul acusa o autor de homofobia, racismo e antissemitismo. Nicholas Sparks é um dos mais famosos escritores do mundo, escritor de vários betsellers, como Diário de uma Paixão, Querido John, Um Amor para Recordar, A Última Música e O Melhor de Mim. Todos eles tendo sido adaptados para o cinema.

Benjamin é um ex-diretor e CEO da The Epiphany School of Global Studies, uma escola fundada por Nicholas em 2006. O ex-diretor também foi um consultor da Fundação Nicholas Sparks. Benjamin busca pela punição de Nicholas e de outros três membros da Epiphany's Board of Trustees e da Fundação Nicholas, segundo a ação federal apresentada no dia 2 de outubro.

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Algumas das alegações da ação judicial de 47 páginas são:

Alegações de racismo

A ação alega que Benjamin tentou remediar a desigualdade racial na Epiphany School. Mas a ação judicial alega que os réus foram hostis em relação a estudantes não-brancos e não-cristãos. Segundo Benjamin, para explicar a falta de diversidade na escola, Nicholas alegou que estudantes negros são muito pobres e não podem fazer o trabalho acadêmico. E o autor também criou problemas ao ver Benjamin sentado com afro-americanos em um evento da National Association for the Advancement of Colored People - NAACP (Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor). Sobre isso, Sparks havia alegado que o ex-diretor trouxe descrédito para a escola.

Alegações de homofobia

A ação alega que Sparks apoiou estudantes que praticaram bullying contra estudantes gays.

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Outra alegação é a de que o autor instruiu Benjamin a não falar sobre homossexualidade ou identidade sexual como parte de discussão de diversidade na escola.

Alegações de antissemitismo

A ação judicial alega que Nicholas e outros membros do Conselho Escolar exibiam desprezo pela herança judaica de Benjamin. Este deu, como exemplo, um momento em que o autor disse a Benjamin que pais influentes na escola não iriam confiar nele (ex-diretor) por causa do que ele era. Benjamin foi demitido um dia após ser forçado por Nicholas e pelos membros do Conselho Escolar a discutir suas crenças religiosas e sua herança judaica na frente de toda a comunidade escolar, incluindo pais do corpo discente.

Scott Schwimer, advogado de #Entretenimento de Nicholas, declarou que as alegações são ofensivas e ridículas, pois ele mesmo (Scott) é gay e judeu. A advogada de defesa de Sparks, Theresa Entorse, declarou que todas as acusações são falsas e que vão encontrar soluções disponíveis para o caso.

#Televisão