Civis descontentes com o resultado da Eleição Presidencial resolveram manifestar-se em frente ao congresso nacional em Brasília. Depois de uma árdua campanha entre os dois candidatos, com desgastes devido a ataques entre eles, venceu a eleição a então Presidenta Dilma, no domingo dia 26. O resultado foi de 51,64% dos votos para Dilma, contra 48,36% para Aécio Neves, seu oponente.

A campanha foi a mais acirrada de que se tem notícia desde quando o Brasil começou a ter #Eleições diretas em 1989, depois de 20 anos de ditadura.

Manifestantes vindos de vários lugares do país pediram o impeachment da Presidenta, alegando que o Brasil está cheio de corrupção e que só uma mudança poderá reduzir tanta impunidade, que está levando o País ao fundo do poço.

Publicidade
Publicidade

E querem uma medida urgente antes que o País entre em colapso.

Depois de uma hora e meia junto ao Congresso Nacional, eles decidiram fazer uma passeata em frente à Esplanada dos Ministérios, provocando lentidão no trânsito local. Alguns manifestantes estavam em carros, sacudindo bandeiras do Brasil e apertando as buzinas. Depois cantaram o Hino Nacional Brasileiro.

Segundo informação da Polícia Militar, até às 15:30 estavam cerca de 350 pessoas na manifestação, trajando blusas amarelas e cartazes, pedindo a saída do PT e ainda gritando palavras de ordem contra Lula e Dilma, tendo sido apoiados por um carro de som durante todo o trajeto. No mais, a manifestação foi tranquila, sem nenhuma ocorrência de confronto.

O Coordenador Jurídico da campanha do PSDB à Presidência, deputado federal Carlos Sampaio, protocolou essa semana um pedido de Auditoria no resultado da eleição presidencial.

Publicidade

Segundo ele, a confiabilidade da apuração vem sendo questionada nas redes sociais.

Os responsáveis garantem que o processo de apuração eleitoral é seguro, sendo fiscalizado da seguinte forma: verificado, checado e auditado. Afirmam ainda que o pedido deixa uma imagem ruim para o país. No Brasil, sendo um País democrático, cabe aos brasileiros acatar a escolha da maioria e não olhar o que os descontentes com o resultado postam em suas redes sociais. #Governo