Estamos diante de algo terrível: Grupos criminosos ligados ao Hezbollah, representante do Partido de Alá, árabe, apresentam-se como grande ameaça não só para os israelenses aqui radicados, como para os membros de toda a sociedade componente do país. Corresponde à confirmação de uma suspeita que o israelense Michael Segall, analista xiita na América Latina e na África já tinha: traficantes libaneses associaram-se a uma facção criminosa atuante em São Paulo. Optaram pelo Brasil por ser um lugar de muitas oportunidades que favorecem o recrutamento de pessoas que facilmente formariam grupos no caso, por exemplo, de atacarem o Líbano ou o Irã, embora as ações se concentrassem em atacar cidadãos e não exatamente países.

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Enfim, os trabalhos nesse sentido são ligados a ações do Hezbollah, cujos golpes se concentram no narcoterrorismo, denominação específica, na América Latina, para a aliança com o tráfico de drogas. Situa-se na área de Foz de Iguaçu a maior concentração de suas atividades, conquanto as práticas sejam diferentes daquelas de Iêmen e Nigéria, por exemplo. Ao procurarem colaboradores entre pessoas locais, os islamitas procuram usufruir de facilidades e estabelecer ações terroristas, o que já é apontado pelos Estados Unidos como fato grave em razão do envolvimento com os cartéis de drogas na América Latina.

A Polícia Federal, através de relatório divulgado na edição de domingo pelo O Globo, apontou conexões entre traficantes libaneses de drogas, estes ligados ao Hezbollah e o PCC, principal facção criminosa que atua, a partir de São Paulo, nos presídios brasileiros.

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Ela recebe armas dos libaneses com o objetivo de ampliar ações no país, oferecendo, em contrapartida, proteção aos traficantes árabes presos pela polícia brasileira. Tendo integrantes muito bem treinados para a luta armada, na sabotagem e em atentados terroristas, o Hezbollah, aliada à facção criminosa brasileira é uma terrível ameaça ao nosso país.

Tal situação requer a integração de nossos órgãos de segurança abrangendo todo território e também concentrando vigilância nas fronteiras em que se possam concentrar comunidades árabes arrecadando recursos e ações para encher os cofres do Hezbollah. Legislação específica contra o terrorismo nós não temos, e o projeto que foi apresentado sobre o assunto, foi corajosamente barrado pelo PT para não "criminalizar" os "movimentos sociais". Ué! Não há diferença entre eles? Que pretexto é esse?