Manuel de Barros é um grande escritor brasileiro que morreu nesta manhã de quinta-feira 13, aos 97 anos de idade. Ele passou por uma cirurgia interna e estava internado há mais duas semanas em um hospital de Campo Grande. O doutor explicou para a família que o poeta apresentava melhoras, mas subitamente piorou e o caso da sua morte foi falência de múltiplos órgãos.

Segundo seus familiares, o enterro será no campo-santo, Parque das Primaveras. Parentes e amigos do poeta ficaram muito tristes ao receber a notícia de que ele havia morrido e disseram que vão prestar homenagem ao amigo no velório. Barros é um homem conhecido pela sua obra, escreveu muitos livros fascinantes e foi considerado um dos melhores poetas do Brasil.

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No decorrer da sua carreira, o escritor foi premiado muitas vezes e ganhou diversos prêmios. Aos 21 anos de idade, escreveu seu primeiro livro. Barros nasceu em Mato-Grosso, na cidade de Cuiabá. Viveu partes da sua vida no Rio de Janeiro, New York, Portugal e Itália. Ele era formado em bacharel em Direito e foi premiado pela Academia Brasileira de Letras. Sua obra foi divulgada por grandes intelectuais que lhe rendeu grandes prêmios literários.

Manuel Barros publicou livros de ficção infantil e escreveu muitos poemas. Sua paixão pela poesia começou quando ele tinha 13 anos. Ele fez curso de cinema e pintura no Museu de Arte da sua cidade preferida. O poeta amava ler e escrever, sua inspiração eram os livros. Seu pai João Barros e sua mãe Alice colocaram um apelido carinhoso no filho, Nequinho; era assim que todos o chamavam, quando era pequeno.

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Ele disse que na sua infância não gostava de estudar, mas foi através dos livros que descobriu o amor pela #Literatura.

Este artista brasileiro era um homem cheios de sonhos que escrevia suas próprias invenções e era muito respeitado no mundo das letras. Era um poeta tímido, mas cheio de ternura pelo mundo da literatura. Ele adquiriu um grande tesouro em sua vida que é o conhecimento, e deixou um grande legado. Ele não gostava de máquina e nem computador; escrevia suas poesias a lápis e amava o que fazia.