Caros leitores, para quem não sabe ainda, vejam abaixo o decreto que tirou, ou melhor, fez com que as famílias fossem promovidas de extrema pobreza, para pobreza: O Decreto 8.232/2014 também altera os valores que definem a situação de pobreza e extrema pobreza para entrada no rol de beneficiários do Bolsa Família. Antes, o programa atendia famílias com renda per capita de até R$ 140 mensais. O teto agora foi alterado para R$ 154. Para o cálculo de famílias em situação de extrema pobreza, antes o #Governo considerava renda per capita mensal até R$ 70 e agora vai incluir famílias que tenham renda mensal por pessoa até R$ 77. As famílias nessa situação têm direito a uma complementação, mesmo após o recebimento dos outros benefícios, para chegar à renda mensal per capita de R$ 77,01 e ultrapassar o limite da extrema pobreza.

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Então me pergunto, até onde vão as mentiras largadas pelo nosso sistema político, e não digo que seja somente culpa do PT, os demais partidos também têm culpa. Onde estão nossos deputados e senadores que, eleitos, juraram legislar em defesa e prol do povo que os elegeram? Outro questionamento que faço para esse governo: Onde a abertura para a economia global (Global, mas somente para a China), está desmoronando nossa indústria: "Brasil possui cerca de 33 milhões de pessoas sem moradia, segundo relatório da ONU para assentamentos humanos" então pasmem senhores e senhoras, apesar desse mínimo esforço dos governos Federal e estadual, o numero de favelados aumentou 42% nos últimos 15 anos, segundo o PNAD (pesquisa nacional por amostra de domicílios). Isso se deve ao enorme desemprego que assola esse país, pois a despeito da pesquisa divulgada pelo governo, nossa indústria está desmoronando.

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Em abril eu já previa essa crise nos setores industriais automotivos e no imobiliário: "Já venho anunciando há tempos em meu blog, sobre a crise no setor imobiliário, que se consolidam nos anúncios de queda de 49% nas vendas de imóveis, e nesse final de semana, os anúncios de imóveis com até 340.000 Reais de desconto fortalece cada vez mais a crise. Agora temos a crise na venda de veículos, onde segue a seguinte afirmação retirada em reportagem no Yahoo noticias:

"Das 20 fabricantes de automóveis, comerciais leves e caminhões instaladas no País, metade já anunciou medidas de corte de produção nas últimas semanas, seja por meio de férias coletivas, suspensão temporária de contratos de trabalho, redução de turnos e programa de demissão voluntária (PDV) - caso da Mercedes-Benz, que afirma ter 2 mil funcionários excedentes no ABC paulista. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), no fim de março havia 387,1 mil veículos nos pátios das fábricas e concessionárias, o equivalente a 48 dias de vendas, a mais alta média desde novembro de 2008, em plena crise financeira internacional. O setor considera razoável 25 a 35 dias."