Jonatas Pereira, de 24 anos, está desaparecido desde a explosão ocorrida na plataforma da #Petrobras, na manhã do dia 11 de fevereiro. Segundo sua irmã, Jonatas havia relatado, por meio de mensagens no whatsApp, no fim de janeiro, que um vazamento de gás  havia acontecido no mesmo navio-plataforma.

A embarcação, chamada de FPSO Cidade São Mateus, fica localizada no estado do Espírito Santo. Ela é  propriedade da BW Offshore,  empresa prestadora de serviços para a Petrobras que trabalha na extração de óleo e gás.

O navio-plataforma já havia apresentado problemas, segundo relatado por Jonatas, que era taifeiro na embarcação à sua irmã Luiza Pereira, o que causou muito tumulto e correria na plataforma.

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Jonatas continua desaparecido desde a explosão no navio-plataforma. A empresa responsável, BW, não atende os telefonemas efetuados por Luiza, que desde o dia 11 não consegue encontrar seu irmão. Jonatas estava embarcado na plataforma no momento da explosão.

A empresa BW foi questionada sobre essa possível explosão em janeiro, mas não quis se pronunciar, alegando que no momento, a prioridade é o atendimento as famílias das vítimas e que o laudo técnico sairá em 90 dias, ou seja, os motivos serão finalmente conhecidos conhecidos.

Cerca de 74 pessoas estavam embarcadas no momento da explosão, deixando cinco mortos, quatro desaparecidos e 25 pessoas feridas, sendo que três estão em estado grave.

O último acidente desta magnitude em plataformas operadas ou contratadas pela Petrobras vitimou 11 pessoas em 2001.

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Diego Chavez, de 30 anos, relatou a um dos parentes que duas explosões ocorreram na plataforma, com intervalo de cerca de uma hora e meia. O alarme soou quando a primeira explosão ocorreu, sendo que nesta ninguém havia se ferido, e uma hora e meia depois, uma segundo explosão ocorreu. O acidente que havia sido relatado por Jonatas no dia 22 de janeiro também foi confirmado por Diego.

A única informação que a BW repassou a jornalistas é que o vazamento ocorreu na casa de bombas, segundo o vice-presidente da empresa, Benito Ciriza.