Nessa terça-feira 9, foi aprovada pelo Congresso uma mudança na lei Orçamentária do país. A forma altera como será calculado o superávit primário para esse ano, que é a sobra positiva do dinheiro restante na conta do #Governo, depois de pagar as dívidas, sem incluir os juros da conta pública. Para os cálculos do Brasil, a alteração não terá nenhum efeito hábil, porque o governo consumiu mais do que arrecadou e por essa razão a dívida brasileira crescerá mais ainda.

Durante o ano, os gastos do governo foram de aproximadamente um bilhão, a meta era economizar e isso não aconteceu. Certamente a dívida do país fechará o ano no vermelho.

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O Congresso, junto com o Palácio do Planalto, mobilizaram uma lei que dará prioridade ao PAC e às desonerações tributárias do governo como parte do superávit primário. O recurso vai impedir o Planalto de ter barreiras com a lei de Responsabilidade Fiscal.

Essas dívidas são parecidas com o pagamento de uma dívida de cartão de crédito, quando o cidadão paga o mínimo a dívida só aumenta. Como o Brasil não terá dinheiro para pagar toda essa dívida, o importante é negociá- la. É muito importante que o país faça uma estratégia do pagamento, porque se não fizer, essa dívida virará uma bola de neve e causará consequências futuramente.

O resultado primário é a diferença entre despesa e receita do governo. Quando o governo consome mais do ganhou, isso é registrado como déficit primário. Os dados consideram os gastos do governo como os salários, investimento, obras, programas sociais e outras mais.

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As receitas são os tributos e o recebimento das dívidas. Se o resultado for positivo temos um superávit primário, mas ser for negativo temos um déficit primário.

Os juros das dívidas anteriores só acumulam-se às contas atuais, aumentando mais a dívida pública. Esse nome, Manobra Fiscal, foi dado pela oposição e permite o fechamento das contas desse ano. Os objetivos das medidas são reduzir os custos, estimular setores específicos da economia e diminuir a fração, mas essas medidas não foram alcançadas.

Para o país voltar ao normal será preciso aproximadamente dois anos para normalizar o superávit primário. Com isso, os empréstimos ficarão mais caros e pesarão no bolso dos brasileiros. O governo precisará de muita manobra para colocar a casa em ordem. #Legislação