A Presidência da República nomeou mais sete ministros nessa segunda-feira (29) para compor o seu #Governo em 2015. Ao todo, 24 dos 39 ministérios já tem seus nomes definidos. A presidente Dilma Rousseff tem até a próxima quinta-feira (1º de janeiro), quando assume o seu segundo mandato no governo federal, para concluir todas as alterações que deseja.

Na tarde dessa segunda foram anunciados os seguintes nomes:

  • Carlos Gabas (Ministério da Previdência Social);
  • Ricardo Berzoini (Ministério das Comunicações);
  • Pepe Vargas (Secretaria de Relações Institucionais);
  • Patrus Ananias (Ministério do Desenvolvimento Agrário);
  • Miguel Rossetto (Secretaria Geral da Presidência);
  • Gilbert Occhi (Ministério da Integração Nacional);
  • Antonio Carlos Rodrigues (Ministério dos Transportes).

Dos sete anunciados acima, cinco (Gabas, Berzoini, Vargas, Ananias e Rossetto) são do próprio Partido dos Trabalhadores (PT), Occhi faz parte do PP (Partido Progressista) e Rodrigues do PR (Partido da República).

Os representantes de quinze ministérios ainda faltam ser definidos. São eles:

  • Advocacia-Geral da União (rumores de que permanecerá com Luíz Inácio Adams)
  • Assuntos Estratégicos;
  • Casa Civil (rumores de que permanecerá com Aloizio Mercadante);
  • Comunicação Social;
  • Cultura (rumores de que passará para Juca Ferreira);
  • Desenvolvimento Social (rumores de que continuará com Tereza Campello);
  • Direitos Humanos (rumores de que passará para Eleonora Menicucci);
  • Gabinete de Segurança Institucional;
  • Justiça (rumores de que continuará com José Eduardo Cardozo);
  • Meio Ambiente;
  • Micro e Pequena Empresa;
  • Políticas para as Mulheres;
  • Relações Exteriores;
  • Saúde (rumores de que continuará com Arthur Chioro);
  • Trabalho e Emprego.

Além dos que foram anunciados hoje, já foram definidos os seguintes nomes para os ministérios:

  • Turismo - permanece com Vinicius Lages;
  • Portos - passa para Edinho Araújo;
  • Planejamento - passa para Nelson Barbosa;
  • Pesca e Aquicultura - passa para Helder Barbalho;
  • Minas e Energia - passa para Eduardo Braga;
  • Esportes - passa para George Hilton;
  • Educação - passa para Cid Gomes;
  • Igualdade Racial - passa para Nilma Lino Gomes;
  • Fazenda - passa para Joaquim Levy;
  • Desenvolvimento, Indústria e Comércio - passa para Armando Monteiro;
  • Defesa - passa para Jaques Wagner;
  • Controladoria-Geral da União - passa para Valdir Simão;
  • Cidades - passa para Gilberto Kassab;
  • Ciência e Tecnologia - passa para Aldo Rebelo;
  • Banco Central - continua com Alexandre Tombini;
  • Aviação Civil - passa para Eliseu Padilha;
  • Agricultura - passa para Kátia Abreu.