Nesta segunda parte, dois fatos causados por corrupção. Já conhecidos, mas em seus lances mais recentes. São de grande interesse. Atente! Preocupe-se!

Mensalão: o que há de novo

Já são conhecidas as condenações de mensaleiros, inclusive com a aceitação dos embargos infringentes do julgado, em 2014, com o benefício de redução de penas. E agora, em dezembro, importantes como Marcus Valério, José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genuíno foram beneficiados com indultos de Natal. José Genuíno (passar o Natal em casa, que poderá coincidir com a extinção da pena), João Paulo Cunha (prisão domiciliar, benefício que terá, se pagar R$ 536 mil), por exemplo.

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Há absolvidos da acusação de formação de quadrilha.

Algo Interessante: Marcus Valério acusou o ex-presidente Luís Inácio da Silva de intermediar um repasse de R$ 7 milhões à subsidiária Portugal Telecom. E disse que tinha mais a falar, segundo publicado na revista Veja. A PF procurou ouvir Lula como testemunha, à época, sem sucesso. Recentemente a PF conseguiu o seu intento (dezembro de 2014), sem divulgação do resultado. Se estiver valendo a lógica petista do "não sabia", "não vi", "nunca ouvi falar". Depois de tudo, pergunta-se: Penas justas? Havia um presidente do STF independente. E agora, existe?

Operação Lava Jato

Ainda agora está envolvido o José Dirceu. Depois de acusado de continuar cometendo irregularidades através de seu escritório, mesmo condenado. Está envolvido no escândalo da Petrobras, usando sua empresa JD Consultoria.

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A que teve seu sigilo bancário quebrado pela #Justiça Federal do Paraná, sob acusação de negócios envolvendo propina com a Petrobras.

Tem havido, na tentativa de blindar pessoas vinculadas ao PT, membros da administração pública, afirmações e insinuações de existirem razões políticas para acusações e formação de processos contra a Petrobras. Mas Nestor Cerveró, por exemplo, logo no início das acusações, teve defesa pronta, mas depois, o "caldo engrossou". Tanto que ele, porque não poderia fazer diferente, arrolou a presidente Dilma Rousseff como testemunha. O tempo passou, "conversa vai, conversa vem", agora chegaram à conclusão de que a presidente nada poderia dizer. Também, com a fama de que "não sabia", "nunca vi" característica dos grandes líderes petistas, o que ela poderia dizer? O que Cerveró desejava, quando arrolou Dilma como testemunha, era que a verdade viesse à tona. Isso não pode, rapaz! É querer demais!

O mesmo Cerveró disse para o O Globo que Dilma, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, cometeu falta grave ao aprovar a venda da Refinaria de Pasadena.

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E aí, Cerveró? Vai retirar o que disse também?

Agora, com a orientação de Gilberto Kassab, partidos nanicos (como PPL-45), pela TV, querem transferir a iniciativa da roubalheira da Petrobras para as empreiteiras, admitindo que seus diretores se deixaram enganar. Mentira! Tentativa de mudança de responsabilidades. Quem está faltando nisso tudo? Mais da diretoria da estatal e mais outros ainda estão fora da escalação... Ficará estranho? Ou não?