Nesta terça-feira, dia 27, Dilma Roussef abriu a primeira reunião ministerial de seu segundo mandato e determinou que os ministros devem enfrentar a desinformação e o desconhecimento, além de reagir aos boatos e as falsas versões. Dilma reuniu 39 ministros na Granja do Torto e fez um discurso de abertura que durou mais de meia hora. Depois da abertura, os ministros falaram sobre as melhorias e prioridades de suas pastas.

A presidente disse que o governo não pode deixar dúvidas e que é necessário que os ministros levem suas posições até a opinião pública, que sejam precisos e claros. Também pediu para que os ministros mostrem para a população que não recuo em relação ao que foi apresentado durante a campanha eleitoral.

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Dilma aproveitou a oportunidade para defender a Petrobras que vem sendo alvo de investigações da Polícia Federal na já popular Operação #Lava Jato. A investigação tem apurado o superfaturamento e o pagamento de propina nos contratos de construção de refinarias. A presidente declarou que é importante apurar e punir os culpados por corrupção, mas sem deixar que a empresa saia enfraquecida e com sua importância diminuída no presente e para o futuro. Disse que a Petrobras é a empresa brasileira mais estratégica, que mais investe e contrata no país.

Em discurso, a presidente falou que o governo continuará lutando contra a impunidade e a corrupção e que os responsáveis por trazer prejuízos à empresa serão punidos.

Crise Hídrica

Sobre a crise hídrica, Dilma pediu para que os ministros lembrassem que o governo federal sempre apoiou as medidas estaduais com a finalidade de garantir o fornecimento de água, mas que essa é a pior estiagem dos últimos 84 anos.

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Entre as medidas, a presidente citou o projeto que foi incluso no Programa de Aceleração do Crescimento que pretende ligar a bacia do Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, ao Sistema Cantareira, em São Paulo. O Sistema Cantareira é responsável por abastecer a Grande São Paulo e está sofrendo uma grave crise hídrica com a falta de chuvas.