Um país cresce quando temos políticos sérios, honestos, éticos e decentes, pois são eles que diretamente ou indiretamente dão o sentido para onde vai o país. Ou seja, são eles que decidem quanto de dinheiro deverá ser aplicado na educação do povo, quantos dos recursos serão destinados às áreas para desenvolvimento de tecnologia e ciências, quanto os juros devem aumentar ou diminuir para que o país possa produzir. Enfim, são os responsáveis pela criação de políticas governamentais, sociais, financeiras, entre outras, que regem o destino de um país e consequentemente de toda a população que nele habita.

Para começar a explanar sobre o assunto, vou citar uma frase de Laércio Monteiro que resume o que quero dizer.

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"A corrupção política é apenas uma consequência das escolhas do povo".

É exatamente isso que acontece em um país onde pessoas trocam seu voto por uma cesta de comida, por uma camiseta, ou por falsas promessas de políticos inescrupulosos. Essa mesma população que votou nesses seres, certamente a maioria, não tem noção do que está acontecendo no país e que desconhece algo chamado de Recesso Parlamentar. Período que termina em 31 de janeiro de 2015. E que nesse período não haverá nenhum dia laboral, ou seja, não há sessões no plenário.

Portanto, alguns deputados suplentes sem respeito aos seus eleitores e famintos por dinheiro assumirão durante esse período e não trabalharão sequer um dia, mas receberão mais de R$ 120.000,00 entre salário e benefícios.

Esses serão empossados e beneficiados com o dinheiro do povo para não fazer nada.

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Onde está a vergonha? A decência? A moralidade? O bom senso? O pior de tudo, é que existe a legalidade do ato. Pois, as normas jurídicas criadas pelos próprios parlamentares os protegem da ilegalidade.

Há outros políticos que me deixaram indignado nesse fim de ano. Roseana Sarney. Ex-Governadora do Maranhão, dias antes de renunciar ao cargo de governadora, sancionou uma lei estadual elaborada pela própria, que permite nomear durante quatro anos, quatro assessores, além de receber uma renda vitalícia de R$ 24.000,00 por ter cumprido o cargo de governadora. Porém os abusos não param por aí, a digníssima senhora tem o benefício de receber mais R$ 23.000,00 por ter prestados serviços ao Senado Brasileiro. Um absurdo que acontece em um país onde a ética na política não existe.

A mais recente notícia que está circulando nos meios de comunicação é que a nova ministra da Igualdade Racial, Nilma Gomes, solicitou que fosse retirado das bibliotecas das escolas o Livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, porque a Exma.

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Ministra considera que o livro é racista. A senhora Ministra da Igualdade Racial deveria incentivar o respeito entre as pessoas, em vez de ficar procurando problemas de cor entre elas.

Lamento muito que nos dias de hoje existam tantos problemas gerados pela cor da pele. Interessante que o maior incentivador do racismo é o próprio #Governo, adotando medidas racistas, que reservam vagas nas universidades para negros e índios. Desculpem falei negro, não pode, é incorreto, afrodescendentes.

Porque não melhorar o ensino público em vez de maquiar os índices de que hoje é possível ver mais negros e índios nas universidades do país do que anos atrás. Isso é uma vergonha.

Falei índio, será que índio pode falar?

Minha indignação vai além desse texto, extrapola a carga tributária que passa dos 36% do PIB.

Para finalizar, deixo uma mensagem de Ilário Dias:

"Os pobres não foram feitos para a política, mas para sustentar o poder dos políticos." #Opinião