Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia negou que haja risco de novo apagão no Brasil ou necessidade de racionamento, pelo menos por enquanto. Segundo ele, a partir do dia 12 de fevereiro será feita uma nova avaliação com as informações hidrológica mais atualizadas. Mas, segundo ele, não há o que temer com a previsão hidrológico e de clima.

Mesmo assim, o ministro afirmou que tudo dependerá de uma série de ações. Entre elas, há um programa de eficiência energética, que deverá ser lançado entre 60 ou 90 dias, época que marca o fim do período úmido no Brasil. 

Ontem (31), ele se reuniu com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para avaliar ações que serão feitas, mas ainda desconhecidas pelo povo brasileiro.

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Segundo ele, entretanto, já está bem perto dessas ações serem anunciadas. 

O ministro Eduardo Braga afirma que o maior problema no setor de energia elétrica no Brasil hoje em dia é o consumo de energia no horário de pico, conhecido como ponta de carga, que foi antecipado para o meio da tarde. Antigamente, ele acontecia apenas às 18h, em média. 

Apesar disso, ele afirma que já estão trabalhando no problema e, mais importante, estão conseguindo resultados satisfatórios. Sábado (31), por exemplo, ele afirma que foram gastos 80 mil megawatts de carga no chamado horário de ponta, deixando cinco mil megawatts de folga.

Programa de eficiência energética

Segundo o ministro, o programa de eficiência energética que deve ser lançado entre 60 e 90 dias va afetar positivamente o setor e reduzir a demanda por eletricidade no Brasil.

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Ele também afirmou que essas medidas valerão para todos. Segundo ele, não se tratará de um incentivo fiscal, mas sim alguma forma de premiar a eficiência energética e o que está sendo estudado é a forma de premiar.

Segundo Braga, também não há previsão para necessidade de racionamento. Ele garante que o país conta com fontes de energia alternativas caso os níveis de reservatórios das hidrelétricas não aumentem.  #Governo