A crise vivida pelo atual governo, segundo Lula, precisa ser vencida através de política, e isso não estaria sendo feito por Dilma Rousseff (#PT). Uma recente pesquisa feita pela Datafolha revelou que a popularidade de Dilma não é das melhoras, e que a população já apresenta certa recusa contra a postura adotada pela presidenta frente a atual situação em que o país se encontra.

Pensando em driblar a impopularidade entre a sociedade, Lula confirma que em 2018 será candidato a presidência da República. Fazem apenas dois meses que o segundo mandato de Dilma foi iniciado e, desde então, crises rondam o governo e a população em todos os setores, da economia à política.

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Lula voltou a viajar pelo país e, por meio da Caravana da Cidadania, passou a recordar os momentos de campanha e aliar seu carisma popular como uma forma de remediar o descontentamento do povo. Já com intenções de candidatura, e por todo o burburinho de que Dilma sofrerá um impeachment, o ex-presidente passa a traçar uma manobra política para tocar tudo para baixo do tapete.

Em meio a crises e processos de #Corrupção, ainda não se sabe se esta insatisfação popular será suficiente para inviabilizar a campanha de Lula. Ou se com toda experiência e pressupondo que ele ainda tenha uma grande força popular, neutralizará previsíveis rejeições para sua candidatura. Lula fez um belo discurso em Belo horizonte, começando sua campanha pregando "humildade e coragem". O início da campanha aconteceu no aniversário de 35 anos de existência do PT.

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Lula se justificou afirmando um suposto desconhecimento de tudo que anda ocorrendo no país em relação aos processos de corrupção e crises, e disse que, quando criou o partido, o intuito era realizar de novas práticas políticas, moralizando estas e tornando o processo democrático mais limpo. Contudo, ele afirmou se sentir chocado diante das revelações que são feitas a cada dia, pedindo desculpas ao povo brasileiro quanto aos acontecimentos atuais que envolvem o PT.

Usando palavras de mudança e de resgate de valores, Lula buscou complementar o discurso ressaltando a necessidade de replanejamento dos ideais do partido criado em 1980. Outro grande ponto do discurso de Lula estava engajado em traição. Numa suposta manobra de persuasão, Lula sugeriu que todos que supostamente traíram o partido e o povo brasileiro fossem punidos e julgados, ressaltando a importância que o PT dá em relação a punir os crimes de corrupção.

No discurso, o então candidato a Presidência da República em 2018 cita a militância paga na política tradicional, que tanto é criticada pelo PT.

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Ele afirma que é por causa dessa prática que algumas pessoas acabam destruindo toda a imagem de um partido que levou anos para ter credibilidade, envergonhando a sociedade e a história do PT.

Após todos os pedidos de desculpas, quando chegou o momento de escutar as verdadeiras motivações quanto ao julgamento do mensalão com a condenação de lideranças petistas, Lula mudou de assunto e o discurso ganhou novos rumos. Surgiram promessas sobre demonstrar ao povo brasileiro que tudo isso não passou de uma enorme farsa e um jogo político de adversários.

Finalizando, citou o caso do petrolão como sendo um complô contra o Partido dos Trabalhados, e que esse jogo político estaria incriminando injustamente seu partido.