A ausência de alternativas de transporte no Brasil faz com que mais da metade de tudo o que é transportado pelo país seja feito de caminhão pelas precárias estradas. Leva-se de tudo. Frutas, verduras, automóveis, ferro, aço, eletrodomésticos, arroz, feijão e quase todas as coisas que estão na sua casa agora. Aos olhos de outros países emergentes o governo brasileiro destina muito pouco para infraestrutura. De acordo com o BNDES os investimentos entre 2014 e 2017 somarão R$ 509,7 bilhões de reais enquanto a China investirá somente em um ano US$ 409 bilhões de dólares. Estudos apontam que de 2010 até hoje 2,4% do PIB brasileiro foi investido na construção de alternativas e melhorias de transporte.

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O investimento ideal, segundo especialistas, seria entre 4% e 4,5% durante 20 anos. Só assim resultados efetivos apareceriam. Investir em ferrovias, melhorar e criar hidrovias ou até mesmo ampliar os aeroportos estão nos planos, mas não saem do papel tão facilmente quanto a análise que pode ser feita sobre a crise que estampa as primeiras páginas dos jornais brasileiros nos últimos 8 dias. #Manifestação