Será que ninguém nunca se questionou o motivo de sermos falhos em muitos quesitos políticos e operacionais, e termos supostamente a melhor e mais rápida tecnologia para apurar milhões de votos em menos de 24 horas? Tem alguma coisa estranha nisso, e o conceituado jornal  The New York Times, desta vez com provas guardadas na manga, soltou um artigo para nos fazer pensar e duvidar das coisas, e não, não se trata de um movimento conspiratório ou de algum partido. Trata-se da empresa, da venezuelana Smartmatic, lhes lembram alguma coisa? Algum país regido por um presidente "muy amigo" de nossa Presidente Dilma?

Pra começar com a pulga atrás da orelha, vejamos o tamanho do contrato em valor em que o TSE contratou a empresa, módicos 136.180.633,71! Para logo depois das #Eleições ter o contrato revogado diretamente no Diário Oficial.

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O que deixa esta história mais tenebrosa ainda, é que Cuba criou um programa escuso chamado PROCER (Plano de Controle Eleitoral Revolucionário), que visa enganar os eleitores e moradores dos países que os contratam para criar uma fachada de #Governo democrático, mas por baixo dos panos ser totalmente comunista. Segundo o General da Venezuela, Carlos Julio Peñaloza, que comandou o exército Venezuelano e que agora vive exilado nos Estados Unidos, mais precisamente em Miami e que fez as denúncias sobre o esquema, diz que existe uma rede Top Secret, como se fosse uma internet paralela que manda os dados diretamente para Cuba numa sala de Data Center, onde os votos são manipulados para dar a vitória para qualquer candidato que eles queiram.

Complicada demais esta história, que não tem nenhum órgão brasileiro ou partido nacional envolvido, e sim uma das maiores potências em investigação de cyber crimes do mundo.

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Esperamos que todos os fatos sejam apurados e que, se for concretizada a fraude, as providências legais sejam tomadas o mais rápido possível. Para quem achava que a crise não poderia ser pior, está ai mais uma pra chegarmos no pré-sal dos problemas reais que temos.