A sexta-feira (13), chamado de "Dia Nacional da Luta" foi marcada por protestos a favor da #Petrobras no norte do país. Foram realizados atos públicos na área central de Manaus e em outros pontos da região amazônica. Assim como na maioria dos estados, a manifestação foi organizada e liderada pela CUT - Central Única dos Trabalhadores, e foi apoiada pelos movimentos sindicais, sociais e estudantis da região. Durante o protesto, os manifestantes pediram pela reforma política, defesa da democracia e também da Petrobrás. 

Em Manaus, o movimento reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a Polícia Militar, e cerca de 2.500 segundo os organizadores.

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Com cartazes e bandeiras, a  passeata partiu da Praça da Polícia, até a Avenida Sete de Setembro. Participaram também do ato o Sindicato dos Petroleiros do Amazonas, Servidores Públicos Federais do Amazonas (Sindsep), Movimento Sem Terra Nacional, Centro de Referência para a Mulher Vítima de Violência Doméstica (Cramer) e União Nacional Por Moradia Popular.

No Amapá, cerca de 100 manifestantes se reuniram na Praça do Forte, no centro de Macapá. O ato durou toda a manhã. Já no Pará, segundo a PM, foram 700 pessoas saíram da frente do Theatro da Paz, em direção ao Mercado de São Braz, em Belém.

Em Tocantins, cerca de 500 pessoas se reuniram na capital, em Palmas, e realizaram uma caminhada pela Avenida Tocantins. Houve tensão entre a Polícia Militar e os manifestantes por conta do trajeto realizado, que acabou atrapalhando o trânsito da cidade, mas a manifestação ocorreu sem maiores problemas.

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Em Rondônia, o protesto aconteceu um dia antes, na quinta-feira, com uma caminhada até a sede do governo do estado, o Palácio Getúlio Vargas.  

Nos 24 estados e no Distrito Federal, as manifestações foram pacíficas e não houve nenhum registro de ocorrência de vandalismo ou confronto com a Polícia Militar.  Os protestos foram organizados como resposta às manifestações que estão previstas para este domingo, dia 15, a favor do impeachment da presidente Dilma.