Hoje, 22 de abril de 2015, é um marco histórico, no qual, alguns querem voltar a Lei antes da Lei áurea e retomar a escravidão através da votação da Terceirização, que exclui os direitos trabalhistas, posto que a contratada apenas registra os contratados e se exime das responsabilidades dos trabalhadores. Estes, se veem num jogo de sinuca, pois tanto uma quanto a outra jamais farão jus aos direitos, caso sejam reclamados, porque a mesma lei os protege de tais responsabilidades.

Para ministros do TST, juízes e procuradores do #Trabalho, ao permitir a terceirização em todos os setores e funções da economia, o projeto prejudicará a sociedade brasileira. A PL 4330 é de autoria do deputado e empresário Sandro Mabel (PMDB-GO).

Para entender melhor, em banco, por exemplo, já há profissionais terceirizados, que executam tarefas de diferentes da atividades fim.

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Quantos aos caixas, e demais funcionários, são atividade fim do banco, porém, com a nova Lei, a PL 4330, todas as funções podem ser terceirizadas, excluindo a atividade fim das empresas, que não terão mais responsabilidades com seus funcionários, ficando em prol das terceirizadas, que, pela dita lei, também se eximem dos direitos trabalhistas.

A informação foi manipulada de tal forma para confundir as pessoas para pensarem que estarão seguros, ao passo que voltarão ao regime de escravidão laboral. O homem é responsável pelo que ler, entretanto, também é duplamente irresponsável, se não analisar o que ver. A PL 4330 é um verdadeiro caos para a sociedade, onde o seguro social seria destituído, décimo terceiro, e férias não existiriam. A humanidade voltaria ao Império.

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Novos 'Senhores da Casa-Grande' e os 'capitães do mato' entram em ação atrás daqueles que se negam ao trabalho escravo.

O povo hoje não é mais passivo, como nunca foram os escravos. Há grandes mártires e ainda ontem o país comemorava o feriado de Tiradentes, e para que? Para deixar que os monarquistas tomem o poder outra vez no Brasil? E, juntos com eles, toda a injustiça, que hoje circunda a sociedade? #Governo #Legislação