Na tarde desta terça-feira, 7, foram realizados inúmeros protestos contra o projeto de terceirização dos trabalhadores. Caso seja aprovado, os postos de trabalho das empresas poderão ser trocados por pessoas advindas de empresas que terceirizam mão de obra. Ainda são necessários ajustes como: com quem ficará a responsabilidade da contribuição previdenciária e a fiscalização dos deveres das empresas.

Outro ponto será que a empresa, que irá terceirizar, terá que ser especialista em uma única área, diferentemente do que acontece hoje, onde há inúmeros cargos a disposição por uma única empresa. Os protestos ocorreram em diversas capitais do país e reuniram um grande número de pessoas contrárias ao projeto, que está para ser votado ainda esta semana.

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A confusão armada em frente ao Congresso Nacional teve enfrentamento entre policiais, que estavam fazendo a segurança, e sindicalistas, que protestavam contra o projeto de terceirização de trabalhadores. Várias pessoas, entre elas, manifestantes, policiais e parlamentares, ficaram feridas durante o confronto. A tarde, quatro pessoas também foram detidas.

Dos feridos, dois deles foram encaminhados ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), de acordo com as fontes, são Nelson Canesin (Sindicato dos Bancários de São Paulo) e Aurimar Cordeiro (Sindicato dos Trabalhadores dos correios de Minas Gerais). Militares também foram feridos, um deles atingido na orelha e o segundo com corte no rosto. Gás de pimenta foi utilizado para conter manifestante e parlamentares. As pessoas atingidas foram atendidas ali mesmo no departamento médico da Câmara.

Não só manifestantes foram agredidos, o deputado Lincoln Portela (PR-MG) levou pontapés, socos e recebeu gás de pimenta. Na ocorrência, os policiais organizaram um cordão de isolamento em frente ao congresso com a intenção de impedir o acesso dos manifestantes ao prédio. No final, foram feridos diversos manifestantes e alguns foram detidos. Carros que estavam parados próximos a #Manifestação foram depredados. #Governo