A Presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, ofereceu um ministério a um político da sua base de partidos aliados, Deputado Eliseu Padilha, do PMDB, porém, o cargo oferecido já está ocupado por Pepe Vargas, um membro do PT, a pedido da própria presidente.

Desde sua reeleição, Dilma tem se obrigado a conviver com tudo o que um presidente recém-eleito não desejaria: desgaste na sua imagem, perda de popularidade, onda de protestos, fomentada pelos derrotados no pleito, perda de apoio e retaliação pela base aliada por não impedir que a polícia federal, o ministério público e as comissões parlamentares de inquérito investiguem, denunciem e prendam acusados de corrupção, independentemente de qual partido seja.

Há uma incompreensível incoerência de seus detratores: são contra a corrupção e Dilma apoia esta ideia, mas é combatida como se fosse corrupta.

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Eles pedem para que pare a sangria dos cofres públicos, mas são contra reajustes para que o #Governo seja menos perdulário e tenha custos mais realistas, quando as correções incluem ajuste de preços que pesem em seu bolso.

Recentemente, uma lista de investigados por depósitos no exterior contava com nada menos que: o Presidente da Câmara dos Deputados, o Presidente do Senado e outros notáveis. Por não impedir o prosseguimento das investigações, Dilma teve não só projetos derrotados no Congresso, como aprovação de projetos que vão contra sua política de austeridade, em flagrante represália deflagrada pela base aliada.

O convite ocorrido agora visava contar com a articulação de Eliseu Padilha, que foi sondado para ser Ministro, na Secretaria das Relações Institucionais e trabalhar para recompor os apoios à Presidente.

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O descuido de Dilma, acabou, além da recusa do convidado, por criar um mal-estar com Pepe Vargas, que pediu demissão. Este é o terceiro pedido de demissão neste ministério recém-formado.

Realmente, os dias e as noites de Dilma Rousseff não tem sido fáceis. Além do fogo cruzado que vem enfrentando, acerta um tiro no próprio pé.