A presidente da Coreia do Sul deixa seu país no dia da comemoração de um ano do naufrágio que matou 304 pessoas, com destino à América do Sul. Ela chega sob esperanças de que a maré de crescimento que o país vive na atualidade possa trazer benefícios aos parceiros sul-americanos. A reunião que começou no Peru, chegará ao Chile e será encerrada no dia 27 deste mês no Brasil.

Alguns repórteres colocaram entre suas perguntas, de modo atrevido, qual o gosto que tem carne de cachorro, um dos itens preferidos dos cardápios coreanos. Mas certamente a curiosidade não será satisfeita porque a pergunta deve ser cortada pelos cerimoniais dos países visitados.

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É a primeira visita oficial de um presidente coreano à América do Sul, uma região onde os coreanos mantêm diversos acordos bilaterais. Tratados de livre comércio facilitam negociações, principalmente os assinados com Chile e Peru. Entre os futuros parceiros a Coreia do Sul pretende incluir a Colômbia.

Mais importante do que esperar alguns trocados da economia coreana, seria analisar o "milagre econômico" coreano que, em 50 anos passou da pobreza à opulência e que nos últimos 20 anos aumenta em uma média de 16% ao ano as trocas comerciais com a região, segundo os dados do CAF, o banco de desenvolvimento da América Latina, criado em 1970, e composto por 18 países da América Latina com outros do Caribe e Europa, além de incluir no pacote 14 bancos privados da região Andina.

O que o Brasil poderá esperar depois que o #Governo Federal declarou o seu apoio irrestrito ao ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, que se dispõe a iniciar uma guerra nuclear contra o capitalismo?

Enquanto o mundo protesta contra tal figura tragicômica, o apoio brasileiro representa uma vergonha.

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Como será que as presidentes irão se encarar? Até onde poderá chegar a hipocrisia política da presidente do Brasil? Será possível o tratamento de assuntos sérios no meio de uma batalha quase campal entre o congresso e a presidente brasileira? É preciso aguardar e torcer para que a presidente Dilma e seus prepostos não cometam mais nenhuma gafe internacional. #Negócios #Dilma Rousseff