A Venezuela, hoje em dia, enfrenta uma dura crise econômica com a falta de alimentos. Sem conseguir se erguer, o país acabara por negociar um dos seus territórios com a China. Os banqueiros chineses, como garantia, caso a Venezuela não pague o que deve, poderá receber outros pedaços do território venezuelano. Imperialismo velado ou neocolonialismo? Uma prática que acreditava-se que cairia em desuso para um capitalismo mais suave, ainda se encontra nas práticas presentes.

Isto é algo que despertou a atenção da mídia e também despertou a atenção de cientistas políticos, não só a mudança de poder do ocidente para o oriente, como também, a forma de trabalho, que é claramente neocolonialista.

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Se esperava que tal forma caduca-se com a mudança de poder, porém, aparentemente os novos responsáveis pelo dinheiro no mundo não são menos audazes e gananciosos em suas intenções.

E em que isto influencia no comércio e nas relações de empreendimento? É claro para todos que garantias são necessárias para obter empréstimos, e, é óbvio que no sistema capitalista só o consumo local não basta, sendo necessário fazer o consumo externo, como comércio entre partes interessadas.

A exemplo, o Brasil produziu grandes peças de aço, pesando dezenas de toneladas, que foram exportadas e montadas na China para a produção de uma das maiores hidrelétricas do mundo, uma relação saudável, onde há troca e requer uma experiência em que os dois lados saiam ganhando. Isto se encaixa com o empréstimo voltado à Venezuela, da seguinte forma: a Venezuela está precisando no momento fazer uma reforma em seu comércio para melhorar a exploração do capital aplicado, se não, a mesma verá as aplicações escorrerem pelos seus dedos e ainda poderão perder parte territorial do país.

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Logo, é preciso que se tome o devido cuidado com contratos internacionais, ainda mais com tamanhos valores, caso contrário, corre-se o risco ocorrer um novo colonialismo. De uma forma um tanto quanto controversa, os novos capitalistas podem ser tão perigosos quanto os antigos, caso induzam os seus devedores à trocar territórios por dinheiro. #Negócios #Governo