Poderia até parecer notícia oferecida aos jornalistas para comemoração do dia da mentira, mas a notícia é verdadeira e foi divulgada pela casa branca para tranquilizar a agitação que recentes invasões nos sites do governo provocaram.

As tentativas de demonstrações de força contra infratores que utilizam a rede para fazer das suas sempre foram contornadas sob o escudo protetor de que a na rede não deve haver censura. Ao receber notícias sobre as invasões ciberterroristas em sites governamentais e de empresas importantes no mercado, pressionado por uma oposição cada vez mais exigente, o presidente dos EUA autoriza sanções específica contra os terroristas cibernéticos.

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A ação segue a decisão tomada contra a Coreia do Norte, quando da invasão por hackers do site da Sony Pictures e adota uma linha dura no sentido de tomar a mesma decisão contra toda e qualquer pessoa que coloque como alvo, qualquer ícone da cultura americana. Assim os políticos foram autorizados por ordem executiva da presidência a impor sanções para pessoas físicas ou jurídicas que estejam envolvidas contra ataques que possam colocar em risco a segurança nacional, a política externa norte-americana, a saúde econômica ou estabilidade financeira dos Estados Unidos.

Michel Daine, coordenador da segurança cibernética norte-americana conclama os gênios da área a desenvolver produtos adequados para dar uma resposta à altura para responder a qualquer ataque malicioso.

Leia o manifesto pelas próprias palavras de Barack Obama: "A partir de hoje, nós estamos dando aviso aos que representam ameaças significativas à nossa segurança ou economia, prejudicando a nossa infraestrutura crítica, interrompendo ou sequestrando nossas redes de computadores ou roubando segredos comerciais de empresas norte-americanas ou as informações pessoais dos cidadãos norte-americanos para o lucro".

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O tom não é mais conciliatório e já é sabido que os setores de inteligência e contra inteligência dos norte-americanos já demonstrou eficácia em diversas situações, apesar de alguns tropeços cômicos e trágicos em decisões precipitadas. O importante é saber o quando importa para nações amigas ou inimigas minar a segurança norte-americana no ambiente digital. Para o comum dos mortais se trata de observar uma batalha de titãs e ver se o "companheirismo" na grande rede, suporta prejuízos ao bolso. #Terrorismo