Um fato ocorrido durante esta semana pode permitir a recuperação do prestígio diplomático do país, frente à comunidade internacional, arranhado por tantos fatos anteriores e para os que são previstos para os próximos meses. O mar de lama deve demorar muito para ser lavado.

Durante a semana que passou o Ministério da #Justiça desenvolveu uma série de ações para complementar o pedido de extradição, que já tem parecer favorável, para que um dos fujões das falcatruas financeiras que, não mais escandalizam o povo brasileiro, acostumado que ele está à impunidade de antigas autoridades. Elas quando caem, choram e não querem cumprir o que sabiam de antemão que poderia acontecer.

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Quem rouba sabe as consequências de seu ato.

Lembra-se do ex-diretor do setor de marketing do Banco do Brasil: há pessoas que apostam que a maioria sequer lembra de seu nome. Ele é Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão em ação penal, concluída com o final do processo do mensalão (lembra-se dele? Alimentou as manchetes por algum tempo até estar quase caído no esquecimento).

A carta foi escrita, enviada, mas como é de praxe, onde o povo é tal qual marido traído, o conteúdo não foi revelado.

Como consequência do fato, o governo deve firmar diversos compromissos com as autoridades italianas, para garantia da integridade física do condenado durante a pena, já que sua integridade financeira pode garantir até as suas próximas gerações.

A extradição está autorizada pela corte de cassação de Roma, considerado o fato que o elemento tem dupla nacionalidade com cidadania italiana, estando foragido desde que a condenação se delineou no horizonte.

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Quando divulgada ele já estava longe, aproveitando as delícias do país da bota. A menos de alguma influência política que ainda está em tempo de ocorrer, a presença de Pizzolato é esperada para breve. Gáudio para jornais e revistas, tristeza por sua família e a esperada justiça humana, que parece estar se tornando tal e qual a justiça divina: tarda, mas não falha.