Além de enfrentar problemas na construção das políticas públicas e das interveniências de representantes políticos que se veem incomodados com a luta por direitos e proteção amparada por leis federais, o movimento LGBT pauta além da homofobia, a lesfobia, a bisfobia e a grande preocupação da transfobia no Brasil.

Enquanto a dificuldade em aprovar a criminalização da homofobia no Brasil é travada no Congresso Nacional, os militantes gays procuram além dessa batalha histórica, dar representatividade ao que pode ser citado como minoria dentro do movimento LGBT. Falta visibilidade ao tratamento diferenciado dos casos, onde o #Crime cometido através do discurso de ódio pode ser atrelado a consoantes que o tornam mais perigoso.

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Os transexuais e os travestis no Brasil sofrem a violência diária através do preconceito. A dificuldade em conquistar o emprego, a aceitação e transformação corporal e de gênero. O que a população não está preparada é que por detrás do discurso de combate a homofobias existem outros discursos que merecem a atenção.

Através do discurso contra a homofobia, temos a junção do discurso de outras minorias e que precisam ser ouvidas. Em São Paulo, o prefeito da capital cria um programa voltado a travestis e transexuais de capacitação educacional. O #Governo ofereceu o pagamento de um auxílio para travestis e transexuais voltarem a estudar. O gesto pioneiro do prefeito do Partido dos Trabalhadores demonstra a necessidade da criação de políticas públicas voltadas à população LGBT, no caso citado cem travestis e transexuais começaram os cursos no PRONATEC em São Paulo.

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#Justiça