O corte de despesas do Orçamento da União de 2015 será de 69,946 bilhões de reais, incluindo corte de 9,4 bilhões de reais em Educação e 11,8 bilhões de reais em Saúde, informaram nesta sexta-feira os Ministérios do Planejamento e da Fazenda, em linha com o previsto pelo mercado.

O corte anunciado nesta tarde inclui 21,4 bilhões de reais em emendas parlamentares e 25,7 bilhões de reais em gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de cortes de 22,9 bilhões de reais em demais despesas.

O Ministério das Cidades terá um corte de 17,2 bilhões de reais, enquanto o de Transportes terá uma diminuição de 5,7 bilhões de reais.

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O corte no setor de Defesa será de 5,6 bilhões de reais.

O #Governo federal prevê receita líquida de 1,158 trilhão de reais em 2015 e fixou despesa primária no orçamento em 1,103 trilhão de reais.

A projeção do governo para o Produto Interno Bruto neste ano passou a retração de 1,2 por cento, ante estimativa de queda de 0,9 por cento. O governo vê a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subindo 8,26 por cento em 2015.

Outras formas de reduzir gastos poderiam ser implementadas, como a redução salarial de deputados e senadores; o fim de vários auxílio na câmara tais como, auxílio paletó, auxílio moradia e outros tantos que incham o gasto orçamentário.

Esses cortes irão afetar diretamente na população, já que saúde, educação, transporte, segurança terão todos redução em seus investimentos.

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Não se pode focar em apenas realizar cortes, aumentar impostos, taxa de juros, deve-se tomar outras medidas.

O redução de impostos na importação é uma delas, a unificação dos estados para a cobrança única de ICMS em no máximo 5%, tudo isso eleva o PIB, mas o governo é cego demais para ver que isso nos traria ótimos ganhos em nossa economia.

Já tivemos aumentos em transportes, combustíveis, contas de energia elétrica, água, telefonia, transações bancárias, operações financeiras, cartões de créditos, alimentos, gás de cozinha e entre outros. O poder de compra do cidadão está cada vez menor, é impressão ou se está regredindo para a época do cruzeiro? #Dilma Rousseff #Finança