Três senadores do #PT não seguiram os interesses do #Governo Federal e votaram contra a medida provisória 665, aprovada pelo Senado no último dia 26 de abril, que restringe o acesso ao abono salarial e ao seguro-desemprego. Os senadores foram: Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Paim (PT-RS) e Walter Pinheiro (PT-BA). O placar foi apertado, mas favorável à medida: 39 votos a favor e 32 votos contra, dentre eles, os dos três senadores petistas.

De acordo com os senadores, a decisão de votar contra a medida foi devido à sinalização da presidente Dilma de que não vetaria o trecho da medida, que define pagamento proporcional ao tempo de trabalho do abono salarial.

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Ainda segundo os políticos que votaram contra, o beneficio do salário mínimo integral é garantido na Constituição Federal de 1988, que ainda rege o país, e que essa mudança pode chegar ao Supremo Tribunal Federal, o que não seria ideal.

O objetivo da MP 665 é cortar gastos públicos obrigatórios. Depois da aprovação no Congresso, o texto segue agora para a sanção da presidente. #Legislação