Ao que tudo indica, o clima de guerra entre o governo federal e #Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, ainda está longe de acabar.

Menos de 24 horas depois de Cunha, anunciar seu rompimento com o governo federal, já começaram as manifestações dos que são contra o presidente da Câmara e dos seus aliados.

Mais um capítulo de Eduardo Cunha x PT

Conforme noticiou o Jornal o Tempo, o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) ex-líder do governo na Câmara dos Deputados, afirmou que irá solicitar a CPI da Petrobrás a acareação entre Eduardo Cunha e Júlio Camargo. Camargo afirmou em seu depoimento a CPI, que Cunha pediu US$ 5 milhões em propinas por contratos na estatal.

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Desafeto declarado de Cunha, Fontan, afirma que assim que voltar do recesso parlamentar, vai entrar com o pedido de acareação na CPI da Petrobrás. Esta decisão foi tomada sem consulta prévia ao PT e ao Palácio do Planalto, que ainda não se pronunciou a respeito. A proposta acontece um dia depois do Planalto colocar panos quentes sobre as declarações de Cunha a respeito do governo e desautorizar a solicitação de afastamento de Cunha da presidência da Câmara, que foi feita por seu vice-líder Sílvio Costa (PSC-PE)

Em contra partida, aliados saíram em defesa de Eduardo Cunha. O deputado federal Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), representante da bancada evangélica, pediu a expulsão de Sílvio Costa do PSC.

Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, Eduardo Cunha reagiu à iniciativa de Fontana, atacando a presidente Dilma Roussef e seus ministros Aloizio Mercadante e Edinho Silva.

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Segundo Cunha, "Fontana deveria aproveitar a ocasião e solicitar a acareações entre a Presidente Dilma com Alberto Youssef" que afirmou que ela sabia da corrupção na Petrobrás. Eduardo Cunha disse ainda "da minha parte, nenhum problema de acarear, quem quer que seja".

Tucanos estão revendo estratégias

A #Crise entre Eduardo Cunha (PMDB) e o governo federal, vêem preocupando o PSDB, fazendo com que seus líderes revejam os estratagemas criados até o momento com o intuito de realizar o impeachment da presidente Dilma Roussef, É importante destacar que, até então, o PSDB era o opositor mais ferrenho do governo federal; porém, dentro deste novo cenário, vem perdendo espaço. #Dilma Rousseff