Além da PEC da #Reforma política que está sendo aprovada na Câmara dos Deputados, há também a proposta que está sendo discutida pelo Congresso sobre o mesmo tema. No início do mês de julho, a Comissão formada pelos senadores aprovou uma série de mudanças com relação às coligações partidárias.

A proposta partiu do relator escolhido para a Comissão, o senador Romero Jucá, do PMDB do estado de Roraima. A votação foi simbólica, porém, já indica o posicionamento hegemônico do Congresso perante as mudanças apresentadas para a Reforma Política.

O que jornalistas especializados, cientistas políticos e demais especialistas em política vêm se perguntando é o porquê de haver duas propostas, uma da Câmara e outra do Congresso, sendo que a proposta poderia muito bem ser discutida em conjunto.

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Segundo os especialistas, essa divisão é uma evidência de que falta mais comunicação entre os setores políticos e comprova a formação de diversas "ilhas" na política nacional, cada vez mais preocupada em si do que no outro.

Ainda segundo a aprovação feita pela Comissão do Senado, os partidos até poderão manter as coligações, no entanto, os votos conquistados por um candidato de um determinado partido não poderão mais ser transferidos para um candidato de outro partido, mesmo sendo da mesma coligação.