Na última quinta-feira, Júlio Camargo em depoimento a CPI da Petrobrás afirmou que #Eduardo Cunha exigiu que ele pagasse em 2011, US$ 5 milhões em propina para garantir a manutenção de dois contratos de navios-sonda. Esta foi a primeira vez em que Camargo, citou Eduardo Cunha como recebedor de propinas no escândalo da Petrobrás.

Lava Jato busca provas contra Eduardo Cunha

De acordo com as informações apuradas pelo jornal O Tempo, já estão sendo investigadas contas bancárias supostamente secretas, que seriam mantidas pelo ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró, Fernando Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontados como a principal ligação do PMDB com a #Corrupção da estatal.

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Assim a #Lava Jato tenta encontrar ligações entre o esquema de corrupção e Eduardo Cunha.

Na última sexta-feira (17), juiz federal responsável pela Operação Lava Jato, Sérgio Moro, anexou extratos bancários de Eduardo Cunha, enviados por autoridades responsáveis pelas investigações na Suíça, aos autos da ação penal na qual Cunha foi citado pelo lobista Júlio Camargo.

Em depoimento o lobista Júlio Camargo, afirmou que Fernando Baiano lhe confidenciou que estava sendo pressionado pelo deputado Eduardo Cunha a pagar a parcela de US$ 10 milhões que estava em atraso de um valor total de UU$ 30 milhões de propinas, deste total US$ 5 milhões seriam do próprio deputado peemedebista. 

Camargo afirma ainda que estes valores foram depositados em contas bancárias no exterior, que o beneficiado foi Fernando Baiano, como solicitou o deputado Cunha em um encontro que teve com ele no Rio de Janeiro em 2011.

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Como o deputado federal Cunha tem foro privilegiado, ele está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal, por crime de corrupção e lavagem de dinheiro.

Defesa 

Através da sua assessoria Cunha, afirma que não possui nenhuma ligação com o esquema de corrupção da Petrobrás. " O presidente da Câmara Federal não faz parte disso", afirma a assessoria.

O clima continua tenso entre o presidente da Câmara e o governo federal.