Mais medidas de austeridade podem ser tomadas pelo #Governo da presidente Dilma Rouseff (#PT). Ontem, a presidente do Brasil pagou mico em seu discurso sobre o Pronatec, em Brasília. Já hoje, segundo informações da agência O Globo, ela deverá vetar em breve a extensão da política de reajuste do salário mínimo. Isto é, uma variação entre o PIB de dois anos anteriores somados à inflação.

De acordo com os Ministérios do Planejamento e da Previdência, o prazo para que a presidente vete a proposta é hoje, quarta-feira. A Previdência calcula que a cada 1% de aumento no valor dos benefícios dos aposentados, o Brasil cresce em suas despesas em R$ 2 bilhões ao ano.

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A equipe econômica da presidente entrou em contato com a equipe de jornalismo do periódico carioca e recomanda que, na atual situação de seu governo, ela vete a proposta. Isto é, com a crise que se agrava no país, é preciso que ela mantenha "rédeas curtas" com a economia. Porém, até o momento, o Executivo não apresentou nenhuma medida que vá em desacordo com essa questão para os aposentados.

Hoje, os idosos brasileiros recebem a reposição da inflação acumulada no período, isto é, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Mesmo que Dilma vete, a proposta nova pode ser alterada na mão dos parlamentares do Congresso Nacional.

A fonte, não divulgada pelo jornal afirmou que "é melhor correr o risco da derrubada do veto". O medo da equipe da presidente é de que o país perca ao longo do tempo com a escolha pelo silêncio.

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Mesmo que o impacto do não-veto seja ínfima e próxima ao nulo em 2017, devido a crise econômica, equipe de Dilma teme o pior. De acordo com a fonte, pode ocorrer a indexação do reajuste ao crescimento da economia até os próximos quatro anos. A Previdência também foi consultada e disse que se a medida tivesse sido tomada há nove anos, a média por anos de gastos do governo seria R$8,1 bilhões.

Contudo, os aposentados que ganham até um salário mínimo (R$788) continuam ganhando pela política de reajuste acima da inflação.

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