Esta semana foi divulgada a efetivação da reunião da cúpula semestral do #Mercosul. O bloco é formado por Uruguai, Paraguai, Argentina, Brasil e Venezuela. Ele será efetivado em um encontro de dois dias e iniciou na última quinta-feira (16), em Brasília. Os participantes são os responsáveis pelo desenvolvimento do comércio desenvolvido pelos países em nível internacional. Espera-se diminuir os problemas e atritos existentes entre os participantes. A discussão das relações entre os cinco países será colocada em foco. "Lavar a roupa suja" é a proposta do encontro. Há muitos assuntos pendentes e que irão para a mesa de discussões.

Formam a pauta do encontro:

· Discussões sobre como serão desenvolvidos os #Negócios entre seus participantes.

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A discussão se efetivará em torno das exceções existentes como regras;

· Troca de comando estará na ordem do dia. O Paraguai deve assumir esta posição;

· Mudança nas regras nas negociações. O tema é delicado e já vem sendo conversado entre os participantes nos dias que antecederam este encontro;

· Liberdade para que os países façam acordo em separado. É preciso questionar a eliminação da necessidade da adesão dos outros participantes do grupo. O tema foi levantado por Uruguai e Paraguai. A Argentina e a Venezuela resistem à proposta. O Brasil é favorável, como afirma seu Ministro de Desenvolvimento que vai defender a tese que isto pode abrir mais a economia dos países;

· Ofertas que o grupo deverá fazer à Europa, para que o acordo entre os dois blocos seja fechado, o que está previsto para o terceiro trimestre do ano de 2015;

· Adesão da Bolívia ao bloco.

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O tema será colocado em discussão. Este fato não seria efetivado nesta ocasião, mas representa mais uma parte do longo processo de adesão plena, que pode terminar ao final deste ano;

· Exceções à tarifa aduaneira comum também serão discutidas. São mais de 100 exceções que deverão ser ampliadas e representam as imperfeições observadas durante os 24 anos nos quais o grupo existe.

Outros temas marginais poderão ser tratados. Dilma declarou que o acordo entre os países é indissolúvel, mas ressaltou que as relações devem ser rediscutidas, para evitar que acordos importantes sejam travados.

O Mercosul é o mercado onde o Brasil obtém seu maior superávit que está próximo a 3 bilhões de dólares. São estes países que recebem a maior parte dos manufaturados produzidos no país. Resta esperar pela efetivação e divulgação dos resultados, para saber como a relação entre os países do grupo irão evoluir.