Independentemente do destino da atual presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, o PMDB planeja lançar seu próprio candidato a presidente em 2018. Cansado de ter o poder da vice-presidência no Palácio do Jaburu, o partido deseja alcançar o poder máximo da nação brasileira e assumir o Palácio do Planalto. Aproveitando a atual situação da presidente diante do povo brasileiro e rumores de impeachment, o PMDB tenta preparar um candidato à altura de disputar e até mesmo de ganhar a próxima eleição presidencial.

Se Dilma escapar do impeachment e permanecer até o fim do seu mandato, o PMDB visa seus maiores líderes, como #Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), na presidência das duas Casas, além de Eduardo Paes, atual prefeito do Rio de Janeiro, cidade brasileira que receberá os Jogos Olímpicos de 2016. 

Com essa liderança peemedebista no país, o PMDB trabalha para manter uma boa imagem em seus líderes usando de praticidade e de boa consciência em suas decisões de liderança, criando assim entre eles um forte candidato para a presidência da República.

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O objetivo do PMDB é que os Jogos Olímpicos de 2016 venham a ser um grande sucesso no Rio de Janeiro e em todo o Brasil, criando assim um ótimo discurso de realizações feito por Paes e Cunha. Com esse feito, os dois seriam ótimas opções para o partido escolher o candidato perfeito para as eleições de 2018.

Outra estratégia do PMDB é que Eduardo Cunha e Renan Calheiros juntos enfraqueçam o governo de Dilma com várias derrotas no Congresso. Usando esse esquema, os dois líderes das duas Casas crescem na vista popular tomando atitude positiva, como por exemplo, a atitude de Cunha no resultado da emenda para aprovar a lei da maioridade penal para 16 anos, que teve uma vitória histórica. Com isso, o nome de Eduardo Cunha alcançou uma grande popularidade.

Depois da segunda votação no Congresso, que também poderá ser liderada por Cunha, outra oportunidade do mesmo de usar de pragmático na sua decisão será a vez do outro peemedebista Renan também liderar mais duas votações sobre a redução da maioridade penal para 16 anos, usando de sua estratégia terá a oportunidade de engradecer o seu nome diante da nação brasileira.

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Eduardo Cunha até encomendou uma pesquisa de intenção de voto para presidente. Para sua surpresa, ele aparece com 5% nos resultados populares. Seu pensamento é que essa porcentagem possa crescer de acordo com as suas agilidades como líder do Congresso, como vem ocorrendo.

Para Cunha e Renan, seus maiores adversários para conquistar a presidência são as acusações de seus nomes envolvidos no esquema da Petrobrás, como corrupção e desvio de dinheiro. Nesse caso, Renan tem sua situação mais complicada. Para Cunha, falta pouco para ser inocentado e assim ficar livre para se lançar como candidato ficha limpa.

O PMDB também discutiu outra possibilidade de que o senador José Serra (PSDB-SP) entrasse como candidato a presidente como peemedebista. Como Serra tem uma grande experiência nas eleições presidenciais, pois o mesmo ficou em segundo lugar em 2002 e em 2010, seria para o PMDB um candidato competitivo em 2018. Como Serra permanece com boas relações com o PMDB, essa possibilidade seria possível se ele deixasse o PSDB, mas Serra admite que ainda é muito cedo para tomar essa decisão.

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Outra indicação do PMDB seria Michel Temer, o atual vice-presidente do Brasil, se ele saísse de sua função para se consolidar para esse novo projeto. Mas a equipe do vice não concorda com esse esquema e ainda não quer esperar pelas eleições de 2018.

De acordo com o PMDB, com a saída de Michel Temer, Dilma ficaria desprotegida e abriria uma possível renúncia. Temer, pelo contrário, se aceitar a proposta do PMDB, o partido garante que ele seria um forte candidato saindo do esquema do governo atual. Assim como a vice-presidência não aceita essa estratégia, Cunha e Renan também são totalmente contra essa possibilidade. #Petrobras