E mais uma polêmica eclodiu no território brasileiro nesta quarta-feira, 12. Depois de Dilma Rousseff dar uma entrevista ao SBT dizendo que jamais renunciará, a câmara aprovou um projeto de lei que transforma a depredação de bens públicos e particulares em terrorismo. Com isso, quem quebrar, pichar ou colocar fogo em itens como pontos de ônibus ou lixeiras pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. A  pena é em regime fechado. Com a nova lei chamada de "lei antiterrorismo", Eduardo Cunha, presidente da Câmara, pode começar a organizar a votação das contas de #Dilma Rousseff. Também nesta quarta, o Tribunal de Contas da União, o TCU, decidiu dar mais quinze dias para a presidente fazer sua defesa. 

Segundo o projeto da "lei antiterrorismo", todos os atos que possam de alguma maneira criar intimidação ao estado podem ser classificados como terrorismo.

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Esse atos podem ser de um indivíduo ou então de organizações internacionais ou jurídicas, não importando de a jurisprudência por internacional ou nacional. Não é só quebrar coisas que pode ser classificado como terrorismo. Qualquer ato que de alguma forma assuste a população, causando o que o texto da lei chama de intimidação, também é punido da mesma forma. 

A lei "antiterrorismo" diz que existem quatro formas diferentes de terrorismo. A primeira delas é quando um indivíduo carrega consigo qualquer artefato que possa ser usado contra outras pessoas. Esses podem ser gases tóxicos, bombas, armas ou qualquer coisa que tenha o potencial de causar um estrago em massa, ferindo ou matando outras pessoas. 

Também é terrorismo explodir, saquear, depredar, incendiar carros, ônibus ou qualquer meio de transporte privado ou público.

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Sabotar ou invadir bancos ou sistemas de inteligência, como os de informática, são classificados como o terceiro tipo de terrorismo. O quarto tipo é quando o funcionamento de estabelecimentos fundamentais para a população são de alguma forma prejudicados gravemente. Dentre esses, são citados desde linhas de transmissão de energia até hospitais. Nas redes sociais, o novo projeto de lei foi super criticado. Em especial, pelo fato dele ser aprovado a poucos dias de uma grande manifestação. No próximo domingo, 16, haverá manifestações em todo o Brasil contra o #Governo Dilma Rousseff.