A crise parece estar se agravando para a presidente #Dilma Rousseff. Com vários fatores conjurando negativamente contra a presidente, parece que o rumo dos acontecimentos dão sinais de se aprofundar a crise política, apesar das negações veementes por parte da mesma.

Entre o dia 06 de agosto e o dia seguinte, portanto, em 24 horas a presidente Dilma Rousseff parece entrar em um carrossel violento de tensões entre os diversos setores do governo. O estopim para este conflito foram as manifestações ocorridas na quinta feira à noite, dia 06, em vários estados do Brasil. Foi organizado, por meio das redes sociais,  um panelaço em protesto à permanência da presidente no poder e a seu partido, PT, pelo vultosos escândalos que estão vindo à tona recorrentemente.

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Com a sombra dos desdobramentos da Operação Lava Jato em pleno curso, a presidente tenta seguir a rotina normal de trabalho pelo país. Infelizmente, os respingos do processo tão bem conduzido pelo Juiz Sérgio Moro, estão colocando, na cadeia, grandes empresários que possuem uma ligação, mesmo que distante e indireta, com Dilma. Embora tudo seja negado veementemente, as sucessivas prisões e delações vem revelando um complexo esquema de corrupção, propinas e jogos de interesses que aos poucos estão relacionados aos aliados do Palácio do Planalto e que estão contribuindo para arranhar a imagem da presidente.

Com o mais baixo índice de popularidade atingido agora pelo governo, acima dos 71%, Dilma marcha para um isolamento político e pessoal. Algumas figuras públicas próximas, estão cuidando para afastarem-se ainda mais, a fim de não comprometerem a própria imagem.

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Podemos dizer isto do atual presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que tenta ensaiar um rompimento, mas como "picareta mor", segundo o ex-ministro Ciro Gomes está atolado até o pescoço com o verdadeiro mar de lama que se tornou a Operação Lava Jato.

A #Crise econômica, agravada pelo achatamento das classes B e C, principalmente, os constantes aumentos da tarifas públicas, das contas de água e energia e a falta de perspectivas econômicas tem agravado sistematicamente a situação. A população tem sofrido e sentido na pele os efeitos da crise. Foi esta mesma classe que conduziu Dilma ao poder e hoje, se sentem traídos e enganados, principalmente nas falas da presidente antes da reeleição, quando prometeu não aumentar as tarifas públicas e nem mexer com os direitos trabalhistas.

O governo e o seus aliados de base tentam reagir. Procuram juntar o que ainda resta da base aliada. O ex-presidente Lula tenta uma manobra que contra ataque. Tentou reunir os ministros indicados pelo PT e que estão no governo para traçar estratégias e um plano de ação que tente restabelecer a estabilidade do governo de sua indicada.

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A presidente diz que não renunciará. Que tem legitimidade, pois foi conduzida ao governo pelo voto popular e que já está preparada e acostumada a todo tipo de pressão.

Com todo este quadro negro, resta saber quais desfechos irão se configurar diante dos brasileiros. E o mais preocupante: as crises políticas e econômicas do nosso país sempre acarretam sérias e pesadas consequências que sacrificam ainda mais os mais humildes dos brasileiros. Como conclusão, quem sempre paga a conta é o povo brasileiro.                      #Blasting News Brasil