A presidente da república brasileira, Dilma Rousseff, não está em seus melhores dias. Ela e seus aliados tentam "catar" outros fiéis escudeiros. O motivo? O #Governo já está convencido que o líder do PMDB na câmara dos deputados, Eduardo Cunha, vai mesmo iniciar um processo de #Impeachment. A aceleração nas aprovações das contas dos últimos governos seria o alerta vermelho que indicaria isso. Segundo o jornal Folha de São Paulo em reportagem publicada nesta segunda-feira, 10, Dilma agora tenta conseguir no mínimo 200 deputados a seu favor. Rousseff só teria em torno de 170, muitos deles dando sinal que podem se debandar para o lado da oposição.

Publicidade
Publicidade

De acordo com o jornal paulista, existe uma avaliação interna do governo que a operação Lava Jato tende a reverberar em Dilma, arranhando ainda mais sua imagem. No próximo domingo, 16, grandes manifestações estão previstas para todo o país. Elas pedem a saída de Rousseff do poder. De acordo com a constituição, caso realmente haja um processo de impeachment ou renúncia e Dilma saia do poder, se isso acontecer até metade do mandato da presidente, haverá uma nova eleição, que precisa ser organizada em até um ano. Por isso, o momento é crítico, já que se Dilma cair nos próximos meses, não existirão grandes problemas para organizar um novo pleito, já que em 2016 já acontecerá o pleito para os candidatos a prefeitos e governadores. 

Para mostrar que está trabalhando e tentar assim aumentar a confiança dos eleitores, #Dilma Rousseff convocou uma reunião de ministros neste domingo dos pais, 09.

Publicidade

Nessa conversa, a presidente desistiu, pelo menos por enquanto, de fazer uma reforma ministerial. Lula chegou a ser cogitado para ganhar um ministério, mas teria dado para trás, para evitar assim não abalar sua imagem junto aos eleitores, que apesar da crise, ainda o estimam bastante. Segundo uma pesquisa do Datafolha divulgada no início deste mês, Dilma Rousseff tem rejeição histórica. Cerca de 71% dos brasileiros avaliam o governo da presidente como ruim ou péssimo. Apenas 8% creditam a governabilidade de Roussef como boa ou ótima.