Cuidado com o que você fala na internet. Falar mal da presidente da república Dilma Rousseff ou de qualquer outro político pode ser considerado #Crime. Isso porque a câmara está preparando um projeto de lei que tem o objetivo de identificar e punir internautas que usam as redes sociais para ofender personalidades políticas. Além dos internautas, também devem ser punidos as redes sociais ou portais que dão espaço para homens e mulheres dizerem o que pensam. O projeto é apoiado por Eduardo Cunha, deputado federal pelo PMDB do Rio de Janeiro e presidente da casa. De acordo com informações do site Congresso em Foco em reportagem publicada neste sábado, 29, o projeto de lei já está na fase final.

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Quem assinará a versão final é o deputado Cláudio Cajado, do Democratas da Bahia. 

A ideia do deputado é fazer alterações no Marco Civil da Internet. O objetivo dele é fazer com que as publicações ofensivas contra os parlamentares sejam retiradas da internet o mais rápido possível da web. Na nova proposta, além de quem escreve e publica os posts ou matérias, sites como o Facebook e Twitter também devem passar a ser responsabilizados pelo o que é postado. O projeto de lei é complexo e tem muitas nuances. Um dos exemplos dados pelo deputado são os Fakes. Caso alguém crie uma página contra um político, se fazendo passar por ele, ironizando o que acontece no país ou o seu trabalho, o internauta e o Facebook serão punidos. O crime será em duas esferas, na civil e na penal. 

Dessa forma, segundo o deputado, esses portais ou redes sociais vão ter um trabalho mais sério em relação aos seus usuários.

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Conteúdos ofensivos vão precisar ser retirados de forma rápida, do contrário, um processo de difamação será aberto contra essas redes sociais. Claudio Cajado disse que muitas vezes pessoas e empresas são ofendidas sem qualquer controle de sites como o Facebook. Para ele, a rede social, se não apagar rapidamente o post, corrobora para o crime, se tornando assim corresponsável por fato. As penas podem ir de multas em dinheiro ou até mesmo à prisão. #Dilma Rousseff