As investigações da Operação #Lava Jato estão a todo vapor e quem comemora é a sociedade brasileira. Novos dados apontam que o ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello (do PTB-AL) recebeu pelo menos R$ 26 milhões de propinas através de contratos assinados pela BR Distribuidora (#Petrobras). Os pagamentos ilícitos a Collor aconteceram durante cinco anos, entre os anos de 2010 e 2014.

Fernando Collor é um dos 48 políticos investigados por #Corrupção e atos ilegais na Petrobras. Ele também é alvo do inquérito do Supremo Tribunal Federal por lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A Polícia Federal afirma que há fortes indícios que as propinas tenham pago os carros de luxo apreendidos na casa de Collor no dia 14 de julho.

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O advogado já pediu ao STF que os automóveis  Ferrari, Porsche e Lamborghini voltem para o senador Collor. A defesa disse que não vai comentar o assunto por enquanto, pois não teve acesso aos documentos da Lava Jato.

O policiais que trabalham na Operação da PF dizem que os carros não podem ser devolvidos porque são produtos do crime. Antes ele precisa provar de onde obteve dinheiro para comprar tamanha luxuosidade. Os carrões estão em nome de empresas de fachada e não foram declarados por ele.

Os delatores da Lava Jato afirmam que os pagamentos de propina eram feitos em dinheiro ao vivo para os políticos. Nos anos de 2011, 2012 e 2013, Collor teria recebido em sua conta R$ 800 mil em vários depósitos. A partir daí as suspeitas começaram pelo Coaf - Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

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Em 2014, as propinas pararam porque os políticos ficaram com medo do início das operação da Lava Jato.

Em documento emitido pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, ele aponta que os veículos foram usados para lavagem de dinheiro. O caso de corrupção, e forte esquema de lavagem de dinheiro será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF.

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