Mais uma vez a presidente #Dilma Rousseff teve a sua popularidade posta em cheque neste domingo dia 16 de agosto. A população brasileira mais uma vez foi às ruas para protestar contra o governo da atual presidente. Com faixas e cartazes com palavras de ordem contra a presidente. O ex-presidente Lula também não foi poupado. Vários cartazes pediam a prisão do mesmo, "Ele é tido como o chefe de toda a organização criminosa que se instaurou no governo desde que o PT foi para o poder" - gritava um dos manifestantes.

Gritando palavras de ordem, os manifestantes pediam a saída do PT e o fim do comunismo no Brasil. Nas palavras de ordem frases como "A nossa bandeira jamais será vermelha", era o que se lia em uma das faixas presentes na #Manifestação.

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Segundo os dados dos organizadores, São Paulo foi novamente a cidade que mais concentrou pessoas por metro quadrado nestas manifestações. Os mesmos falam em 465 mil manifestantes. A polícia militar rebate a informação afirmando que foram somente 350 mil. A estimativa para o movimento nacional é de que ao todo foram 879 mil pessoas participaram em todo o Brasil. Segundo os organizadores, a concentração de manifestantes foi maior que a observada em 12 de abril, porém menor que a mobilização ocorrida em 15 de março deste ano, quando 2,4 milhões de pessoas estiveram nas ruas.

A manifestação deste domingo contou com a participação de vários políticos em vários estados brasileiros. O senador Aécio Neves (PSDB - MG) e presidente atual do PSDB, partido na posição de um dos principais opositores ao governo Dilma, participou das manifestações em Minas Gerais, na capital Belo Horizonte.

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Ele subiu no carro de som e discursou contra o governo Dilma. Ele foi carregado pelos manifestantes e recebido aos gritos de "Aécio presidente".

Em São Paulo, o protesto teve a presença do senador José Serra (PSDB-SP) e de Ronaldo Caiado (DEM-GO), que também foram saudados como presidenciáveis. No Ceará, na capital Fortaleza, esteve presente nas manifestações a polêmica figura do deputado federal Jair Bolsonaro (PP), que foi calorosamente saudado pelos manifestantes, em sua maioria jovens e apelidado carinhosamente de "Bolsomito". Ele foi bastante assediado pelos manifestantes e muito requisitado para tirar vários selfies com os manifestantes.  Em Brasília teve ainda a participação de um boneco inflável gigante de 12 m de altura, retratando o ex-presidente Lula e vestido com as roupas de presidiário e com a inscrição 13-171.

Após as manifestações, a presidente Dilma Rousseff deverá se reunir com a  sua equipe política para avaliar qual o efeito das manifestações de domingo para o governo.

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Ontem, no mesmo dia dos protestos, a dirigente se reuniu com o ministro da defesa, Jacques Wagner, ao final da tarde. Embalado pelos efeitos da crise econômica sobre a população, aliado aos fatos decorrentes dos desdobramentos da operação Lava Jato, que cada vez mais se aproxima do Palácio do Planalto, o governo deverá reavaliar as suas estratégias e trabalhar para se manter no poder, mesmo com toda a sua popularidade em baixa (o mais baixo índice histórico para um presidente da república) e toda pressão que a presidente continuará a sofrer por parte da população brasileira. #Blasting News Brasil