Em meio a um verdadeiro turbilhão de fortes emoções que a Operação #Lava Jato está promovendo, a Polícia Federal apontou o envolvimento do senador Fernando Collor de Mello em um suposto esquema de propina, onde o político estaria recebendo dinheiro de #Corrupção.

Collor começou sua carreira política nos anos 80, onde fora eleito presidente da República mas quando PC Farias denunciou o esquema que existiria de desvio de verbas e uso indevido da máquina pública para fins de enriquecimento, Collor foi deposto por meio de um processo de impeachment proferido contra ele.

Agora ele novamente voltou a política brasileira como senador da república e novamente está sendo investigado por envolvimento no que seria o maior esquema de corrupção do Brasil e do mundo, que consiste no esquema de pagamento de propinas das empreiteiras para ter acesso a facilidades no fechamento de negócios da Petrobras.

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Pesa, sobre o político acusações e suspeitas de que ele teria enriquecido e beneficiado de forma indevida do esquema de pagamento de propinas da Petrobras, causando um verdadeiro reboliço na política brasileira, visto que este já era bastante conhecido no meio devido ao processo de impeachment, que sofreu durante o seu mandato enquanto presidente. E agora mais estas acusações.

O STF (Supremo Tribunal Federal), órgão que autoriza a abertura de processos investigatórios contra políticos, já autorizou a Polícia Federal a abrir processo de investigação contra o político. Mas aqui vale uma ressalva importante, não há nada de concreto provado contra Fernando Collor de Mello, embora tenham sido apreendido vários carros de luxo.

Outro ponto importante que pode ser colocado com relação ao político é que primeiramente ele fora eleito pela população, portanto surge a pergunta: quem está errado? Ele que supostamente roubou ou a população de ter votado nele sabendo do passado obscuro dele enquanto pessoa e enquanto político?

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