A Polícia Federal deu início nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, à operação batizada de Pixuleco, sendo realizada em Brasília, Rio de Janeiro e também em São Paulo, onde serão investigados crimes de #Corrupção e também de formação de quadrilha.

E logo no início da manhã desta segunda-feira, o ex-ministro José Dirceu foi preso em Brasília, além do seu irmão, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, mais 3 envolvidos. A Polícia Federal deu início às prisões às 6 horas da manhã para cumprir ao todo, 40 mandados judiciais, onde 3 prisões serão preventivas, 5 prisões serão temporárias, 26 prisões serão para busca e apreensão e ainda terão 6 conduções coercitivas que é quando a pessoa é obrigada a ir prestar um depoimento.

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Confira a lista de quem já foi preso até o momento: José Dirceu, que é ex-ministro da Casa Civil. Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, um dos sócios da JD Consultoria. Roberto Marques, assessor, Fernando de Moura, Pablo Kipersmit, Olavo de Moura.

José Dirceu foi preso em sua residência, em Brasília, onde ele já vinha cumprindo prisão domiciliar devido ao seu envolvimento no Mensalão. Agora, o mandado é de prisão preventiva e por tempo indeterminado. O advogado de José Dirceu, Roberto Podval, informou que está trabalhando para saber quais são as causas que levaram à prisão temporária do seu cliente.

José Dirceu foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Civil de Brasília e de acordo com a assessoria da própria Polícia Federal, ele será transferido para Curitiba, onde se encontram todos os presos da operação Lava Jato.

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Porém, José Dirceu só poderá ser transferido quando houver uma autorização, mas isto pode atrasar, porque o gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal ainda não foi informado sobre a prisão do ex-ministro. Enquanto a transferência não é autorizada, José Dirceu ficará preso em uma cela que mede 6 metros quadrados, com um banheiro e um chuveiro.

Na casa de José Dirceu, foram apreendidos vários documentos e também diversas mídias. Mais de 200 policiais federais estão envolvidos nesta ação. O motivo desta 17ª fase da operação Lava Jato ser batizada de "Pixuleco" é porque o ex-tesoureiro do #PT, João Vaccari Neto, usava este mesmo termo para se dirigir à propina.

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