O Brasil parou às 20h30 desta quinta-feira, 06, para assistir ao programa partidário do Partido dos Trabalhadores, o PT. A legenda pertencente à presidente da república, #Dilma Rousseff, tentou usar seu espaço na televisão para "salvar" a imagem da líder do Brasil. Segundo uma pesquisa divulgada mais cedo pelo jornal Folha de São Paulo (pesquisa Datafolha), 71% dos brasileiros desaprovam o segundo mandato de Rousseff. Índices superiores até do que o do ex-presidente, Fernando Collor de Mello, que sofreu o processo de impeachment. Durante a fala de Dilma, diversas cidades brasileiras registraram um panelaço. Entre elas, diversas regiões das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

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Lula também foi convocado para aparecer na TV e disse que o país passa por uma crise econômica, mas que o #Governo está tomando todas as medidas possíveis para reverter essa situação o mais rápido possível. Dima também apareceu e usou um discurso parecido ao do vice-presidente, Michel Temer. O político do PMDB pediu nesta semana cooperação de todas as esferas da sociedade brasileira. Segundo Temer, não é hora de avaliar apenas os interesses pessoais dos indivíduos, mas sim de pensar no Brasil.

Estão programados para o próximo dia 16 protestos em todo o território nacional. As reivindicações tendem a ser inflamadas pela popularidade da presidente, que não para de cair. Segundo uma fonte ligada ao Palácio do Planalto, existe o temor de que as manifestações sejam maiores do que as anteriores, passando de mais de um milhão de pessoas nas ruas.

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Temer disse em entrevista aos jornalistas na tarde desta quinta, que a popularidade de Dilma vai começar a subir nas próximas semanas.

Já o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silma, em conversa com deputados do Partido dos Trabalhadores, expressou grande preocupação com o país. Segundo Lula, o país e o governo ainda dão para serem salvos, mas o nome do PT jamais irá se recuperar de diversos escândalos nas gestões dele e de Dilma. Dentre eles, se destacam o Mensalão e a operação Lava Jato, deflagrada pela polícia federal.