O Partido da Mulher Brasileira (PMB) obteve seu registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (29), tornado-se o 35° partido oficialmente reconhecido no Brasil. Com essa decisão, a nova legenda já poderá disputar as #Eleições para prefeitos e vereadores de 2016. O número que será adotado pelo partido é o 35.

Segundo o estatuto da legenda, não há proibição da filiação de homens: "sem restrições de qualquer ordem: sexual, social, racial, econômica ou religiosa". De acordo com as regras, poderá ser filiado ao PMB: "todo cidadão na plenitude de seus direitos políticos que estiver de acordo com o Manifesto e o Programa partidário".

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O processo de criação da legenda iniciou-se em 2008 e até então apresentou 501,4 mil assinaturas de apoio, cumprindo as exigências da lei eleitoral para registro da sigla. Atualmente, o número mínimo de assinaturas exigido para o registro de um novo partido eleitoral são 486 mil (que é o equivalente a 0,5% dos votos dados para o cargo de deputado federal nas eleições do ano passado). 

O PMB também comprovou possuir mais de nove diretórios no país, outro requisito: já existem unidades em Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.

A Presidente do Partido da Mulher Brasileira, Suêd Haidar, diz que é contra a legalização do aborto mas a favor do casamento gay, defendendo que o partido não é feminista, mas sim pela igualdade de gêneros.

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Um dos objetivos do PMB segundo ela, é o combate a desigualdade salarial entre homens e mulheres e também lutar pela maior participação feminina na política e contra a violência doméstica.

Conforme encontrado em seu site, o PMB se define como um partido de "mulheres progressistas", "ativistas de movimentos sociais e populares" e que, junto com homens, "manifestaram sempre a sua solidariedade com as mulheres privadas de liberdades políticas, vítimas de opressão, da exclusão e das terríveis condições de vida".

Em outro trecho, o partido diz que "a balança da história está mudando; a força perde seu ímpeto e, com satisfação observamos a Nova Ordem Mundial que será menos masculina, mas permeada pelos ideais femininos ou, melhor dizendo, será uma Era na qual os elementos masculinos e femininos estarão em maior equilíbrio". Observa-se essa busca de equilíbrio conferindo a constituição de membros do partido que é de 60% de homens e 40% de mulheres. #Governo #Eleições 2016